
Na tarde desta terça-feira (24), Michelle Bolsonaro (PL-DF) compartilhou registros de Jair Bolsonaro (PL) durante a hospitalização mais recente. O ex-presidente está internado no Hospital DF Star, em Brasília, para tratamento de uma broncopneumonia desde o dia 13 de março.
Em seu perfil no Instagram, a ex-primeira dama fez questão de mostrar alguns momentos do marido e ressaltou versículos da bíblia. “Em tudo dai graças, porque esta é a Vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco. 1 Tessalonicenses 5:18. Sim, eu CELEBRO as pequenas vitórias. Não me detenho nos detalhes do processo. Sou esposa e mãe, e clamei muito a Deus para que nos ajudasse, para que ele pudesse ir para casa e receber o cuidado necessário. O amanhã pertence a Deus. A justiça e o juízo estão nas mãos Dele”, escreveu na legenda do post.
Agora: Moraes determina soltura de Jair Messias Bolsonaro
Ela continuou. “Seguirei cuidando do meu marido, como sempre fiz, com amor, resiliência, dedicação e fé. Antes de qualquer reação, lembremos: quem está longe de casa, longe da filha menor de idade e distante do próprio lar é ele. Proclamo Eclesiastes 3:1Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu. Obrigada, Senhor!”, finalizou.
Confira o post, deslize:
Prisão domiciliar temporária
Ao conceder a prisão domiciliar humanitária a Bolsonaro, o ministro Alexandre de Moraes impôs uma série de medidas cautelares. Entre elas, o uso de tornozeleira eletrônica. O período autorizado para a domiciliar é de 90 dias e está vedada a presença de aliados políticos na residência do ex-presidente, sob a justificativa de evitar sepse.
Descumprimento de regras levará Bolsonaro de volta ao regime fechado
A decisão do ministro ocorre após o procurador-geral da República (PGR), Paulo Gonet, se manifestar de forma favorável ao pedido da defesa de Jair Bolsonaro (PL) para que o ex-presidente cumpra prisão domiciliar humanitária. No parecer, Gonet considerou que a saúde de Bolsonaro “demanda atenção constante”.
Pai de Henry Borel se revolta após julgamento ser adiado
O vereador Leniel Borel (PP), pai de Henry Borel, afirmou nesta segunda-feira (23) que considera um “segundo assassinato” o adiamento do júri popular relacionado à morte de seu filho. O menino, de 4 anos, morreu há 5 anos com sinais de agressão em um apartamento na Barra da Tijuca, na Zona Sudoeste do Rio. Leia mais…






