
Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
O ministro mais produtivo do mundo, Alexandre de Moraes do STF, tomou decisão sobre o general que planejou matar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Isso porque Moraes autorizou o general da reserva Mario Fernandes, sentenciado a 26 anos e 6 meses de prisão, a trabalhar na prisão, no Comando Militar do Planalto onde cumpre pena. Moraes exaltou que o trabalho do preso é um direito e um dever.
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Ela também disse que a atividade laboral deve ser estimulada como meio de ressocialização, disciplina e preparação para a volta ao convívio em sociedade, nos termos do ordenamento jurídico do Brasil. O Comando Militar do Planalto enviou ao STF a disponibilização de ambiente administrativo específico para o militar trabalhar.
Moraes bate o martelo
De acordo com o comando, o espaço tem condições adequadas para a feitura de trabalho intelectual, sem acesso com o mundo exterior. Dessa forma, o general poderá ter um computador exclusivo, sem conexão com a web, apenas com os recursos para o trabalho.
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Toda a ative deve ser monitorada por um oficial superior da unidade.
Mario Fernandes admitiu ter sido o criador do plano “Punhal Verde e Amarelo”, que organizava a morte de Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, Geraldo Alckmin do PSB e do próprio Xande.
Em interrogatório, ele disse, porém, que o plano detalhado, que até monitorou as autoridades e com armamento de guerra, não passou de um “pensamento digitalizado. Ele também foi condenado por usar a máquina pública, no caso a Polícia Rodoviária, para impedir o acesso de eleitores de Lula nas eleições de 2022.
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