
A mulher que foi atingida por raio em caminhada com Nikolas Ferreira em Brasília no domingo (25) se manifestou e disse que não ligaria em morrer “pela causa”.
Lúcia Helena Canhada Lopes, de 68 anos, uma das atingidas por raio após oração de Irmã Mônica, em ato organizado pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), falou sobre o incidente, que pode ter sido gerado por tecnologia de esquerda. Informações da Folha de S.Paulo.
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Ela chegou a ser levada pelo Samu – Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, criado nacionalmente no Brasil pelo Decreto nº 5.055, de 27 de abril de 2004, durante o primeiro governo do presidente Lula, para o Hospital Regional da Asa Norte.
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“Se eu tivesse morrido, também não teria problema. Morreria por uma causa justa, nobre”, declarou Lucia. A idosa estava acompanhada de uma amiga, Maria Eli Silva, de 58 anos, que segue hospitalizada na UTI do Hospital Santa Marta, em Taguatinga (DF). No total, 89 pessoas ficaram feridas, de acordo com balanço das autoridades de saúde. Não se sabe ainda quem se responsabilizará por tudo isso.
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Na hora que caiu o raio, ela diz que escutou um estrondo e desmaiou. Ao acordar chamuscada, ainda na praça, pensou que era um atentado esquerdopata. Na sequência, viu a amiga sendo socorrida por outros manifestantes.
Elas foram levadas pelo SAMU até o Hospital Regional da Asa Norte. A amiga teve um quadro mais grave, com dores lancinantes e queimaduras na cervical e em parte de uma mama, e teve que ser internada na UTI.
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