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“Não seja cínica e nem mentirosa”, dispara Silas Malafaia contra Damares

Pastor acusa senadora de omitir nomes de "grandes igrejas" envolvidas em fraudes no INSS.

Amanda Souza
Amanda Souza
Jornalista e redatora há 7 anos. Escrevo o que vejo, o que sinto e o que vivo. De MT para o mundo que ainda sonho em conhecer.
Silas Malafaia e Damares Alves (Foto: Agência Brasil/Senado)
Silas Malafaia e Damares Alves (Foto: Agência Brasil/Senado)

E temos mais um capítulo da treta pública envolvendo o pastor Silas Malafaia e a senadora Damares Alves. Dessa vez, Malafaia não poupou críticas – e ofensas – à parlamentar.

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Nesta sexta-feira (16/1), ele fez um ataque direto e disparou contra a senadora, acusando-a de desonestidade em suas denúncias sobre a suposta participação de igrejas em um esquema de fraudes no INSS.

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Em suas redes sociais, Malafaia disparou: “Até agora, não citou um nome de uma grande igreja nem quem fez lobby para a senhora ficar calada. O desafio continua de pé: quais são as grandes igrejas? Só citou pequenas igrejas sem relevância, em documentos expostos anteriormente”, escreveu. Em seguida, fez a acusação mais pesada: “não seja cínica e nem mentirosa“.

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Entenda a treta envolvendo Silas Malafaia e Damares Alves

Tudo começou após as declarações da senadora no último domingo (11), quando ela afirmou que “grandes igrejas” estariam metidas na roubalheira.

A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) admitiu que a possível participação de igrejas evangélicas no esquema de fraudes do INSS é um tema delicado e doloroso. Em entrevista ao SBT News, ela afirmou que investigar lideranças religiosas de grande porte encontra resistência por parte das comunidades.

“Quando se fala de um grande pastor, vem a comunidade: ‘não falem, não digam, não investiguem, porque os fiéis vão ficar muito tristes'”, declarou Damares, destacando como o assunto “machuca muito”.

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Após a repercussão das declarações, a senadora reforçou que todas as informações em discussão na CPI são públicas. Em suas redes sociais, ela destacou que o possível envolvimento de entidades religiosas “causa profundo desconforto e tristeza”, mas ressaltou o dever do colegiado: “Ainda assim, a CPMI tem o dever constitucional de apurar os fatos com responsabilidade, imparcialidade e base documental”.

A fala levou Malafaia a cobrar publicamente, na terça-feira (14), que Damares apresentasse provas e nomes. Em resposta, a senadora divulgou documentos públicos e citou listas de pastores envolvidos, como André Valadão.

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Amanda Souza
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