
A crise envolvendo o Banco Master acendeu o alerta dentro do Palácio do Planalto, onde aliados trabalham para evitar que o presidente Lula seja associado ao escândalo. Segundo apurações, a ordem agora é concentrar críticas no ex-presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, apontado nos bastidores como responsável por suposta omissão na fiscalização das fraudes atribuídas ao empresário Daniel Vorcaro.
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A avaliação interna é que a atuação (ou falta dela) do ex-chefe do BC será o novo foco do discurso governista nos próximos dias.
Gleisi dispara e nomeia responsáveis
A ministra Gleisi Hoffmann foi uma das primeiras a seguir a nova orientação. Nas redes sociais, ela afirmou que Campos Neto teria “fechado os olhos” para irregularidades no Banco Master. Gleisi também citou a compra de R$ 12 bilhões em papéis do grupo por parte do BRB, administrado pelo governador Ibaneis Rocha, mencionando ainda o deputado Nikolas Ferreira ao criticar o suposto alinhamento político.
Base governista entra em campo
O deputado Lindbergh Farias anunciou que pedirá à Procuradoria-Geral da República a abertura de investigação contra Campos Neto por omissão. Paralelamente, aliados planejam articular na CPMI do INSS a convocação do ex-presidente do BC para prestar depoimento.
Blindagem em andamento
A estratégia do governo é clara: deslocar o eixo das críticas, reforçar a responsabilização de figuras ligadas ao antigo comando econômico e impedir que a crise respingue diretamente na gestão atual. Nos bastidores, a expectativa é que a narrativa unificada ajude a conter danos enquanto as investigações avançam.
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