
A CPI que investiga o Banco Master acaba de ganhar apoio do PT. Após relutância inicial, o partido do presidente Lula mudou de posição e agora corre para garantir um lugar de destaque nas investigações.
A manobra é vista em Brasília como uma tentativa clara de blindar o chefe do Executivo de qualquer respingo do escândalo. As informações são da colunista Thais Herédia do CNN.
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Enquanto isso, um clima de acerto político paira no ar, embora sem garantias de sucesso. A estratégia do governo parece ser a de reequilibrar a narrativa, já que os vazamentos têm exposto mais o Palácio do Planalto do que o centrão, um desequilíbrio que Lula busca corrigir se reaproximando do Congresso.
Nisso, quem está ficando isolado é o Banco Central. A autarquia está sob ataque não apenas por sua atuação no Caso Master, mas também porque o ministro Fernando Haddad trabalha para que o PT ocupe uma cadeira no Copom. Paralelamente, parlamentares governistas engrossam o coro para desacreditar o trabalho da supervisão bancária.
O Banco Master, liquidado pelo Banco Central em novembro de 2025 após um rombo bilionário superior a R$ 40 bilhões, é o centro de uma das maiores crises financeiras e políticas recentes no Brasil.
Investigado por fraudes contábeis, lavagem de dinheiro e suspeitas de ligação com o PCC, o caso envolve figuras de alto escalão, interfere no STF e levanta dúvidas sobre a estabilidade do sistema bancário, enquanto o FGC tenta ressarcir centenas de milhares de investidores prejudicados.
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