
O Palácio do Planalto acompanha com apreensão os desdobramentos da decisão da CPMI do INSS que determinou a quebra do sigilo bancário de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha.
O episódio chega em um momento delicado para a articulação política do governo, que tenta pavimentar o terreno para as próximas eleições em meio a sucessivas crises de imagem.
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Planalto mobiliza aliados para blindar Lulinha após decisão da CPMI
De acordo com Clarissa Oliveira, do CNN, a situação impõe um obstáculo extra à narrativa oficial, justamente quando o governo buscava avançar em grupos estratégicos. A base governista, no entanto, deve permanecer coesa em torno do empresário ao longo do processo, segundo fontes consultadas.
Além do caso envolvendo o filho do presidente, outras frentes de desgaste têm contribuído para turvar o cenário político. O chamado caso Banco Master, por exemplo, também estabelece conexões com figuras influentes do cenário nacional, dificultando ainda mais a missão da equipe de comunicação em manter o foco nas realizações da gestão.
Nos bastidores, a orientação é de cautela. Pessoas próximas ao empresário afirmam que ele próprio tem minimizado a situação, indicando que não enxerga motivos para pânico. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, por sua vez, mantém um discurso alinhado com a defesa da lisura das investigações.
Em conversas reservadas e manifestações públicas, o petista tem reiterado a posição de que, diante de qualquer evidência de irregularidade, o caminho é deixar que a Justiça siga seu curso e que os eventuais responsáveis respondam por seus atos.
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