
O candidato à Presidência pelo partido Missão Renan Santos afirmou que não apoiará Flávio Bolsonaro (PL) em um eventual segundo turno contra Lula. Ele classificou qualquer aproximação como “formação de quadrilha” e disse não andar com pessoas envolvidas em escândalos de corrupção.
O rapagão demonstrou rejeição a qualquer aliança com Flávio Bolsonaro, reforçando acusações de corrupção, e mostra como esse posicionamento se insere no contexto das pesquisas eleitorais e das movimentações de outros candidatos.
“Conversa com a turma do Flávio é formação de quadrilha. Eu não ando com gente que está envolvida nos piores escândalos de corrupção da nossa história. Jamais cederia qualquer coisa da minha campanha para poder participar de nada envolvendo esse sujeito”, disse.
Renan cirou imagens de Flávio ao lado do advogado Willer Tomaz e do senador Weverton Rocha, ambos investigados em fraudes relacionadas ao INSS. Flávio teria viajado internacionalmente em 2025 acompanhado de Tomaz.
“Hoje saíram imagens dele participando de um safári com Willer Tomaz e Weverton Rocha, ambos pivôs centrais do escândalo do INSS”, declarou.
Pesquisa Quaest mostra Renan com 3% das intenções de voto, Lula com 37% e Flávio com 33%. Em uma simulação de segundo turno, Lula aparece com 42% e Flávio com 41%, caracterizando empate técnico.
Augusto Cury (Avante) também declarou que não apoiará Flávio em um eventual segundo turno, mas diferentemente de Renan, disse que também não apoiaria Lula.
A pesquisa Quaest mostra um panorama competitivo. Renan aparece com 3% das intenções de voto, enquanto Lula lidera com 37% e Flávio Bolsonaro segue de perto com 33%. Em uma simulação de segundo turno, Lula teria 42% contra 41% de Flávio, configurando um empate técnico. Esses números revelam que, apesar da rejeição pública de Renan, sua influência direta no resultado pode ser limitada, mas ainda relevante como parte da narrativa política.







