‘Se a gente não se preparar, qualquer dia alguém invade a gente’, diz Lula

Declaração ocorre após acordos bilaterais

Joaquim Neto
Joaquim Neto
Redator e produtor de conteúdo. Formado em Letras pela UFRJ, Mestre e, atualmente, doutorando em Literatura Portuguesa. Acompanha de perto os movimentos do entretenimento e da mídia contemporânea com olhar crítico sobre tudo o que acontece na televisão, música, cultura pop, cotidiano e política.
Lula (Foto: Reprodução)
Lula (Foto: Reprodução)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez uma declaração que chamou atenção nesta segunda-feira (9) ao comentar sobre a importância de fortalecer a área de defesa no Brasil. A fala ocorreu após um encontro oficial com o presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, realizado no Palácio do Planalto, em Brasília.

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Na ocasião, os dois líderes participaram da assinatura de acordos bilaterais que envolvem setores como turismo, comércio exterior e indústria. Durante o pronunciamento, Lula defendeu que os países do chamado Sul Global ampliem a cooperação estratégica.

Segundo o presidente brasileiro, Brasil e África do Sul possuem potenciais que podem ser combinados para fortalecer a produção de tecnologias voltadas à defesa e à autonomia militar.

“Precisamos nos preparar”, diz presidente

Em seu discurso, Lula afirmou que os países precisam estar preparados na área de defesa para evitar riscos no futuro.

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“Se a gente não se preparar na questão de defesa, qualquer dia alguém invade a gente. O Brasil tem necessidade similar à da África do Sul”, declarou o presidente.

Lula também destacou que os dois países poderiam desenvolver juntos equipamentos voltados à autodefesa, reduzindo a dependência de grandes potências internacionais.

Parceria estratégica entre países

O presidente ainda afirmou que Brasil e África do Sul não precisam depender exclusivamente de grandes fornecedores globais de armamentos.

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Segundo Lula, a cooperação entre os países pode abrir espaço para a criação de um mercado relevante na indústria de defesa entre nações emergentes.

Apesar da fala sobre fortalecimento militar, o presidente ressaltou que a América do Sul mantém uma tradição de região pacífica. Ele destacou que muitas tecnologias desenvolvidas na área também podem ter aplicação civil, como drones utilizados na agricultura, na ciência e em pesquisas tecnológicas.

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