
A Primeira Turma do STF – Supremo Tribunal Federal – deu o veredito e condenou deputados do PL – Partido Liberal, sigla de Jair Bolsonaro e família.
Nesta terça (17), dois parlamentares federais e um ex-parlamentar filiados ao Partido Liberal (PL) foram sentenciados pelos crimes de corrupção passiva e integração de organização criminosa. Trata-se do primeiro caso de desvio de emendas parlamentares analisado desde o orçamento secreto.
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A decisão seguiu o voto do relator, ministro Cristiano Zanin, que foi seguido pelos juízes Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia e Flávio Dino. O bando foi acusado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) de gerir um esquema de “venda” de emendas, onde o envio de verbas federais a municípios cobrava uma comissão por parte do montante.
STF toma decisão
Josimar Maranhãozinho foi exposto pela PGR como o líder da organização criminosa. De acordo com as autoridades, ele comandava a destinação das verbas, controlava a liberação e geria as planilhas das comissões. Pastor Gil, Deputado federal em exercício, apontado de atuar diretamente no pedido de vantagens indevidas e de agendar reuniões com prefeitos para negociar a grana.
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João Bosco, ex-deputado e atual suplente, sentenciado por patrocinar altos montantes em emendas em troca de comissões, que incluíam contas de parentes.
Em um dos crimes, os políticos pediram ao então prefeito de São José de Ribamar (MA), José Eudes (PTB), o pagamento de R$ 1,6 milhão, 25% do total de R$ 6,67 milhões em emendas que iriam para a cidade. Honesto para variar, o prefeito relatou às autoridades as cobranças e intimidações.
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