
Um dos auditores fiscais da Receita Federal suspeitos de espionar os ministros do STF – Supremo Tribunal Federal – é da chamada “Abin Paralela”, de Bolsonaro.
Informações de Heloísa Villela, do ICL Notícias. Isso porque Manzano justificou a pesquisa de sobrinha de Gilmar Mendes porque tentava encontrar o telefone de um amigo de nome Feitosa, com o mesmo sobrenome da sobrinha de Gilmar.
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Além dos investidores entenderem que há formas mais simples de buscar um contato pessoal, o nome Feitosa despertou uma suspeita. Isso porque Ricardo Pereira Feitosa chefiou a área de Pesquisa e Investigação do Governo Bolsonaro e foi investigado por usar o cargo para espionar pessoas vistas como “adversárias” da família Bolsonaro – a chamada Abin Paralela (Agência Brasileira de Inteligência).
Suspeito de espionar STF é relacionado com outra polêmica
As referências a Feitosa surgem em relatório da PF dentro da apuração do uso do programa de monitoramento First Mile. Feitosa foi demitido em outubro de 2023, depois de processo administrativo, por usar o cargo “para lograr proveito pessoal ou de outrem, em detrimento da dignidade da função pública”.
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O relatório da PF também cita o ex-diretor da Abin Alexandre Ramagem, visto como articulador da Abin Paralela, destinada, de acordo com as investigações, a defender aliados políticos do então presidente Jair Bolsonaro (PL). As investigações sobre a Abin Paralela seguem em andamento. Ramagem hoje é foragido da Justiça e vive nos Estados Unidos, em resort de luxo em Miami.
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