
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), ganhou um apelido dos bolsonaristas do PL após o apoio fraco a Flávio Bolsonaro na corrida presidencial.
A movimentação da direita gerou uma crise silenciosa entre aliados de Jair. Isso porque parte do grupo pressiona o governador a dar um apoio claro e imediato à pré-candidatura de Flávio, como informa a Folha de S.Paulo.
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Até agora ele se limitou a dizer que Flávio se unia a “outros grandes nomes da oposição”, e isso após 3 dias do anúncio do filho do ex-presidente. Tarcísio faz manifestações pontuais, sempre vindas de perguntas de repórteres, mas não se engajou em eventos, redes sociais ou na articulação ativa da campanha.
Tarcísio gera revolta em alas bolsonaristas
A situação irritou integrantes do PL, que deram um apelido para o governador: “Tarcísio Garcia”. Trata-se de uma referência ao ex-governador Rodrigo Garcia (PSDB), detonado por ficar neutro entre Lula (PT) e Bolsonaro em 2022. A avaliação dessa ala é que, sem um gesto público definitivo, Tarcísio pode acabar sendo visto como traidor. Há quem já articule até mesmo retaliações, caso ele continue distante da pré-campanha.
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Aliados próximos de De Freitas negam a pressão e dizem que a inquietação dos apoiadores de Flávio é leviana. Eles declaram que “ainda não é hora de campanha” e que Tarcísio está focado na gestão de SP, enquanto cabe ao senador fazer as alianças, não a ele. Fabio Wajngarten comentou que “há que se respeitar o tempo de cada pessoa” e que o relacionamento entre Tarcísio e Naro é de “total lealdade, respeito e amizade”.
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