
Donald Trump denunciou que o Brasil e mais 59 países utilizam de trabalho análogo à escravidão no agronegócio e ameaçou nova taxação.
Em comunicado exposto nesta quinta (13) pelo United States Trade Representative (Escritório do Representante Comercial dos EUA), o governo americano inclui o país em uma lista de acusados de “trabalho forçado” que importam produtos para lá.
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O USTR consultou os governos dos países e fará audiências em 28 de abril de 2026. Em relação ao Brasil, as acusações vêm especialmente às denúncias de trabalho análogo à escravidão no agronegócio que vende carne para os Estados Unidos – que já foi alvo do tarifaço de antes.
De acordo com a nota, as investigações determinarão se os atos, políticas e práticas de cada uma dessas economias, relacionados à falha em impor e aplicar efetivamente uma proibição à importação de bens produzidos com trabalho forçado, são desarrazoados ou discriminatórios e oneram ou restringem o comércio dos EUA.
Trump condena trabalho análogo no Brasil
Com isso, os EUA usaram a Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, que pretende combater práticas estrangeiras desleais que atingem o comércio dos EUA.
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O embaixador junto ao USTR, Jamieson Greer, disse que apesar do consenso internacional contra o trabalho forçado, os governos não conseguiram impor e aplicar efetivamente medidas que proíbam a entrada em seus mercados de produtos fabricados com trabalho forçado. Por muito tempo, trabalhadores e empresas americanas foram forçados a competir com produtores estrangeiros que podem ter uma vantagem de custo artificial obtida com o flagelo do trabalho forçado.
Essas investigações determinarão se os governos estrangeiros tomaram medidas suficientes para proibir a exportação de produtos fabricados com trabalho forçado e como a falha em erradicar essas práticas abomináveis impacta os trabalhadores e as empresas americanas.
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