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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou a remoção de sete publicações que associavam falsamente o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a um suposto ritual satânico.
“O Bolsonarismo é igual a Flávio Bolsonaro: usa sempre a mentira“, disse o deputado pastor Otoni de Paula.
O TSE considerou que os conteúdos divulgavam uma associação falsa entre Lula e um evento religioso ocorrido na Avenida Paulista.
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Os vídeos utilizavam imagens reais da 4ª Marcha para Exu, realizada em 16 de agosto de 2026, mas as apresentavam como se fossem parte de uma manifestação pró-reeleição de Lula ocorrida em outubro.
Segundo a decisão, as publicações eram “manifestamente inverídicas e descontextualizadas” e poderiam induzir eleitores ao erro.
Entre os alvos da ação estão perfis de redes sociais e os deputados federais Paulo Bilynskyj e Marcos Antonio Pereira Gomes (Zé Trovão), entre outros.
A ordem judicial determina a retirada de cinco postagens no Instagram, uma no Facebook e uma no Threads, além de proibir a republicação do mesmo conteúdo ou de versões equivalentes.
A empresa Meta também foi obrigada a adotar medidas para remover reproduções semelhantes e informar ao tribunal as providências tomadas.
O TSE determinou ainda a preservação de registros, metadados e informações de engajamento relacionados às publicações para eventual investigação posterior.
O advogado da campanha de Lula, Michel Bertoni Soares, afirmou que o uso das imagens fora de contexto prejudica a candidatura e estimula a intolerância contra religiões de matriz africana.
A decisão do TSE concluiu que imagens de uma manifestação religiosa foram retiradas de contexto e usadas para atribuir falsamente a Lula participação em um suposto ritual satânico, determinando sua remoção das redes sociais.







