
O governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência da República, Romeu Zema (Novo), descartou nesta última segunda-feira, 09 de março, ser vice-presidente na chapa do senador Flávio Bolsonaro (PL). O político afirmou não ter recebido convite e disse que levará sua campanha ‘até o final’.
Em conversa com os jornalista em Brasília, Romeu Zema afirmou: “Eu levarei a minha pré-campanha e campanha até o final. Estar vice de outro candidato, de certa maneira, é o partido Novo se vergar a questões com as quais não concordamos“, disse ele, aos jornalistas no Senado após anunciar um novo pedido de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal).
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Perguntado sobre o apoio de outros partidos, o governador negou que tenha interesse em uma aliança com a federão União Progressistas, formada por PP e União Brasil. “[Descarto] totalmente. Vai deturpar nosso DNA“, disse. O governador ainda minimizou possíveis dificuldades de composição com outras siglas, em especial do centrão, por causa do posicionamento do Novo em defesa do afastamento de ministros do STF.
“Desde o início da minha carreira eu tenho um posicionamento: é defender o certo. Se defender o certo faz com que eu perca apoio e até diminua as chances de ser eleito, não é por isso que vou defender o errado“, declarou. Ainda sobre as eleições, o governador declarou que acredita na renovação do Senado. Também afirmou que o caso do Banco Master deve ter peso no debate eleitoral.
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