
O boletim médico divulgado na manhã deste domingo (15) trouxe um misto de alívio e preocupação sobre a saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Se por um lado a função renal do ex-presidente apresentou melhora, por outro os marcadores inflamatórios no sangue voltaram a subir, exigindo uma resposta mais agressiva da equipe médica.
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“Em decorrência destas alterações, houve necessidade de ampliar a cobertura dos antibióticos. Segue com suporte clínico intensivo e com intensificação da fisioterapia respiratória e motora”, diz um trecho do documento assinado pelos médicos que acompanham o ex-chefe do Executivo no Hospital DF Star, em Brasília.
Infecção resiste e Bolsonaro tem antibióticos reforçados na UTI
Internado desde sexta-feira (13) com um quadro de broncopneumonia bacteriana bilateral, Bolsonaro segue sem previsão de deixar a Unidade de Terapia Intensiva.
No sábado (14), os médicos já haviam detectado uma piora na função renal e elevação nos marcadores inflamatórios, embora classificassem o quadro como “estável”.
A nova oscilação acendeu o sinal de alerta. A decisão de ampliar a cobertura dos antibióticos indica que a infecção ainda não está sob controle, exigindo atenção redobrada da equipe. Enquanto isso, os rins do ex-presidente respondem bem ao tratamento, mas o foco agora é domar a inflamação que insiste em não ceder.
A previsão médica é de que ele permaneça hospitalizado por, no mínimo, sete dias para tratamento com antibióticos. O quadro exige acompanhamento intensivo e monitoramento constante da equipe médica.
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