
Flávio Bolsonaro (PL-RJ) está otimista quanto a sua candidatura na próxima eleição presidencial. O senador já projeta o seu time de ministros, incluindo seus familiares.
Caso seja eleito, ex-presidente Jair Bolsonaro e o ex-deputado cassado Eduardo Bolsonaro seriam nomes para a Casa Civil e o Itamaraty, respectivamente.
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Ideia teria partido de Eduardo Bolsonaro
Exilado nos Estados Unidos, Eduardo Bolsonaro foi o primeiro a lançar a ideia, sugerindo que o o ex-mandatário poderia ocupar uma posição central no governo do irmão.
“Quem sabe um futuro presidente Flávio Bolsonaro tendo ao seu lado o ministro Jair Bolsonaro. Por que não? Ele não teria qualificação para ser um secretário de governo ou ministro da Casa Civil?”, questionou o ex-deputado durante participação no canal da Revista Timeline.
No dia seguinte, foi a vez do pré-candidato Flávio Bolsonaro endossar publicamente a lógica de um governo familiar, indicando seu irmão para o comando da diplomacia brasileira. “Temos um craque em casa, nessa parte de relações internacionais. É um privilégio poder contar com o próprio irmão, a lealdade é 100%, é sangue do meu sangue”, afirmou o senador, ao ser questionado sobre quem poderia chefiar o Itamaraty em sua gestão.
A fala ocorreu em transmissão conduzida pelo aliado Paulo Figueiredo, pessoa próxima a Eduardo e envolvida em gestões junto ao governo norte-americano para pressionar o Brasil.
As declarações, feitas em sequência, apostando no nome Bolsonaro como uma força motriz para angariar votos e fortalecer a direta, que até então, está dividida entre Flávio e o possível nome de Tarcísio.
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