
O sertanejo perdeu o posto de gênero mais ouvido no Brasil após 7 anos. Financiado pelo agro, o gênero domina as paradas há muito mais tempo, desde meados de 2010.
Contudo, agora se leva em conta especialmente as plataformas de streaming de música, como Spotify, Deezer e Apple Music. E também que o gênero teve domínio absoluto por 7 anos consecutivos.
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Agora, o gênero perdeu a liderança das 50 músicas mais ouvidas no Brasil em 2025 para o pagode, segundo dados da Pro-Música, entidade que mede a audiência das plataformas de música. A última vez que isso aconteceu foi em 2018, quando o topo da lista foi o hit internacional ‘Shape of You’, de Ed Sheeran. Este ano, a música mais ouvida é ‘P do Pecado’, do grupo Menos é Mais.
Contudo, a música é em parceria com a sertaneja Simone Mendes. Além disso, o estudo revela que das 50 canções mais ouvidas, apenas três são de fora do Brasil, mostrando que a influência estrangeira não consegue dominar na música. Em 2023, Marília Mendonça liderou o ranking composto quase totalmente por sertanejo. Agora, a lista tem dois pagodes, três trap/funk e um forró no TOP 10.
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Contudo, o sertanejo continua muito em alta. Diego & Victor Hugo ficaram em 2º lugar com ‘Tubarões’), Danilo & Davi em 4º lugar com ‘Apaga Apaga Apaga’, Henrique & Juliano em 5º lugar com ‘Última Saudade’ e, por fim, Matheus & Kauan com Ana Castela em 9º lugar com ‘Ilusão de Ótica’.
Completam esse ranking em 3º – Coração Partido (Corazón Partío) (Ao Vivo) – Grupo Menos É Mais; 6º – Fui Mlk (Feat. Famouskyo) – Nilo, Dj Di Marques & Mc Paiva Zs; 7º – Famosinha – Dj Caio Vieira, Mc Meno K, Mc Rodrigo Do Cn; 8º – Oh Garota Eu Quero Você Só Pra Mim (Feat. Dj Lc Da Roça, Mc K9, Mc Rodrigo Do Cn & Mc Pl Alves) – Oruam, Zé Felipe, Mc Tuto e 10º – Cópia Proibida – Léo Foguete.
Sertanejo é agro
O jornalista André Piunti, especialista em sertanejo, avalia que o crescimento do gênero passa diretamente pela presença em rodeios e festas agropecuárias financiadas pelo agronegócio nos últimos 20 anos. “Sem rodeios e festas, a música sertaneja não teria o tamanho que tem hoje. Tocar nesses eventos é fundamental para a carreira dos artistas”, disse ao Repórter Brasil.
De acordo com ele, tanto as produtoras musicais quanto o setor agropecuário perceberam que este espaço atende aos seus interesses. “Funciona porque é todo mundo junto. É a cultura com a música, com as festas, com os shows, com as provas”, comentou.
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