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STF chama 8 de janeiro de ‘Dia da Infâmia’ e reforça defesa da democracia

Suprema Corte reforça compromisso com a democracia dois anos após os ataques

Joaquim Mamede
Joaquim Mamede
Professor, pesquisador e redator. Formado em Letras pela UFRJ, Mestre e, atualmente, doutorando em Literatura Portuguesa, uno a paixão pela escrita ao prazer da redação aqui no Área Vip. Gosto de escrever sobre Música, Artes e Cultura Pop.
STF anula processo de jogador acusado de fraudar resultado (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)
STF  (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

O Supremo Tribunal Federal (STF) realizou nesta quinta-feira (8) o evento “8 de janeiro – um dia para não esquecer”, em referência aos ataques ocorridos em 2023, quando as sedes dos Três Poderes foram invadidas e depredadas, em Brasília. A cerimônia teve como principal objetivo preservar a memória do episódio, reconhecer o trabalho de reconstrução e reafirmar o compromisso institucional com a democracia.

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Memória e reconstrução

A programação teve início com a abertura da exposição “8 de janeiro: Mãos da Reconstrução”, que destaca o esforço de servidores, técnicos e profissionais envolvidos na recuperação dos prédios atingidos. Segundo o STF, a iniciativa busca evitar que episódios semelhantes se repitam, reforçando a importância da defesa das instituições democráticas.

Discurso forte no plenário

Durante o evento, o presidente do STF, ministro Edson Fachin, fez um discurso contundente em defesa da democracia. Ele relembrou a data como o “Dia da Infâmia”, expressão cunhada pela ex-presidente da Corte, ministra Rosa Weber. Fachin também destacou a atuação do ministro Alexandre de Moraes, responsável pela condução dos inquéritos e ações penais relacionados à tentativa de golpe.

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“Permitam-me enaltecer o trabalho do ministro Alexandre de Moraes na condução dos inquéritos e das ações penais que surgiram desse dia infame”, afirmou Fachin.

Documentário e debates

Na sequência, foi exibido um documentário produzido pela TV Justiça, reunindo relatos de servidores que vivenciaram os ataques e participaram do processo de reconstrução do prédio do STF. O evento também contou com uma roda de conversa com jornalistas que cobriram os atos golpistas, compartilhando bastidores e experiências.

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Encerramento simbólico

O encontro foi encerrado com a mesa-redonda “Um dia para não esquecer”, que reuniu Fachin, o ex-presidente do STF Ayres Britto, além de juristas e teólogos, reforçando o papel da memória como instrumento de defesa da democracia brasileira.

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Joaquim Mamede
Joaquim Mamede
Professor, pesquisador e redator. Formado em Letras pela UFRJ, Mestre e, atualmente, doutorando em Literatura Portuguesa, uno a paixão pela escrita ao prazer da redação aqui no Área Vip. Gosto de escrever sobre Música, Artes e Cultura Pop.
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