
O Supremo Tribunal Federal voltou ao centro de mais uma polêmica envolvendo o Banco Master. O ministro Dias Toffoli foi sorteado relator de um pedido protocolado pelo deputado federal Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) que pode forçar a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar as suspeitas em torno da instituição financeira.
O parlamentar conseguiu reunir assinaturas de um terço dos deputados federais, número suficiente para dar início à investigação. No entanto, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), simplesmente engavetou o requerimento e não tomou nenhuma providência até agora. Diante da omissão, Rollemberg decidiu recorrer à mais alta corte do país.
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Ministro Toffoli é supostamente envolvido com dono do Master decide sobre investigação
O deputado quer que o STF determine a instalação imediata da CPI, ignorando a inércia do comando da Casa. A partir de agora, o futuro da investigação está nas mãos de Toffoli, que terá a missão de dar o veredicto sobre o caso.
A situação gerou polêmica porque o próprio ministro já teve de se afastar da relatoria de processos ligados ao Banco Master anteriormente. Isso aconteceu após virem à tona revelações sobre a relação próxima entre Toffoli e o dono da instituição, Daniel Vorcaro, o que gerou um mal-estar nos bastidores do Judiciário.
Mensagens no celular de Vorcaro citam Toffoli, que adotou medidas suspeitas como relator. Descobriu-se ainda que um fundo ligado ao cunhado de Vorcaro comprou parte de um resort de propriedade de Toffoli, levantando suspeitas sobre sua imparcialidade.
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