Helena chega arrasada em casa. Sorte dela que lá estão Alice e Ellen para dar apoio nessa hora difícil. Elas a consolam e garantem que, no dia seguinte vão à casa amarela buscar todas as coisas que ficaram. Não querem que Helena pise novamente ali. No mais, a receita das amigas é simples: um bom banho, uma ótima noite de sono e… esquecimento! Se seguir à risca, no dia seguinte, certamente o pesadelo já terá ido embora.

De fato funciona. Quando Helena acorda, em vez o monstro chamado Marcos, é Bruno quem está ao pé da cama. Frágil, Helena se abraça a ele como se fosse uma menina indefesa: “Nunca precisei de tanto carinho, de amor, de respeito”. Mas ali, protegida nos braços fortes de Bruno, aos poucos, o medo vai passando.

Agora, Helena quer é se livrar das más lembranças, começar uma nova vida. Prometeu a si mesma não morrer por causa daquilo e, sim, superar e ser feliz. Bruno sorri: “Vamos ser muito felizes”. “Acreditar nisso”, diz Helena, “me deu muita força”.

E beijam-se com amor.



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