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Atrizes de ‘Malhação: Viva a Diferença’ falam sobre o retorno da temporada

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Wandreza Fernandes
Editora chefe do Área VIP e redatora web há 15 anos. Especialista em Famosos, TV, Reality shows e especialmente em Novelas.

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Gabriela Medvedovski, Ana Hikari, Heslaine Veira, Manoela Aliperti e Daphne Bozaski, que deram vida às cinco jovens de características e vivências distintas, comemoram o retorno da temporada. Em um bate-papo virtual, realizado na última quinta-feira, com a participação de alguns jornalistas e influenciadores, as atrizes relembraram o trabalho e falaram da expectativa para a volta desta temporada de sucesso, ganhadora do Emmy Kids Internacional.

Entrevista com as atrizes Gabriela Medvedovski, Ana Hikari, Heslaine Vieira, Manoela Aliperti e Daphne Bozaski.

‘Malhação: Viva a Diferença’ foi um enorme sucesso. De que forma esse trabalho impactou a vida de vocês? 

Gabriela‘Malhação’ foi o meu primeiro trabalho no audiovisual e me abriu a possibilidade de conhecer um mundo novo que me apaixonei instantaneamente. Eu estava começando no teatro, então achava que iria demorar um pouco a trabalhar na televisão. Foi uma surpresa muito boa e alavancou minha carreira, aprendi muito e também fui muito feliz.

Heslaine – O trabalho também foi um ponto de virada na minha carreira. Já tinha feito teatro e cinema, mas a proporção de alcance da televisão aberta é outra. ‘Malhação’ tem história própria e é um marco para muitos atores, mas eu entrei na temporada dos sonhos, com o autor que respeito e admiro, e um tema que me move: união feminina, ao lado de mais quatro mulheres incríveis. O reconhecimento foi enorme e outras grandes oportunidades surgiram, como séries e filmes. 

Ana – Foi meu primeiro trabalho na televisão e aprendi demais. Cresci muito como profissional e fico feliz de ter tido contato com tantos diretores incríveis e com toda equipe que fez parte desse projeto. Cada pessoa que conheci me ensinou muito. 

Manoela – Participar de ‘Malhação’ foi transformador pelos encontros que o trabalho me proporcionou. 

Daphne – Com certeza mudou a minha vida. ‘Malhação’ tem em média um ano de duração e fazer por todo esse tempo a mesma personagem, com o grande volume de diárias e textos, foi um aprendizado sem igual. Sem falar na possibilidade de mostrar meu trabalho para milhares de pessoas, devido ao grande alcance que tem a TV aberta. 

Dois anos após o final da temporada, como vocês enxergam a importância dela para a televisão? 

Daphne – Ganhamos um Emmy, que mostra ainda mais a responsabilidade e importância que esse trabalho representa. Demos tudo de nós durante o tempo que gravamos a temporada. A gente trabalhava muito em conjunto e isso fez a diferença. Conseguimos uma série sobre as protagonistas em função do sucesso e reconhecimento. 

Gabriela – A própria reprise é outro reconhecimento. Faz sentido estar passando de novo e revisitando os assuntos que foram falados. 

Manoela – São assuntos atemporais. Não tem hora e nem tempo para assistir de novo. A dimensão dos cinco universos das protagonistas é enorme, eles são complexos, humanos. 

Ana – Acho que a gente, na época da novela, não tinha uma visão completa do que era, mas conseguíamos entender o contexto que estávamos inseridas. O texto era muito emocionante, uma responsabilidade muito grande. 

Como vocês receberam a notícia de que ‘Malhação: Viva a Diferença’ voltaria a ser exibida? 

Daphne – Quando eu percebi as mudanças que estavam para acontecer para combater o novo coronavírus, pensei: “ Se pararem as gravações, bem que poderiam reprisar a ‘Malhação: Viva a Diferença’. Uns dias depois saíram notas na internet, mas duvidei. Até que soubemos que era verdade, iríamos voltar ao ar. Estamos todas muito felizes em rever esse trabalho do qual temos tanto orgulho. 

Gabriela – Diante de toda essa situação que estamos vivendo com o novo coronavírus, tendo que estar em casa, fico feliz de poder acompanhar novamente um projeto que tenho tanto carinho e que foi tão especial para mim. Foi um suspiro no meio de tanta notícia difícil que estamos recebendo ultimamente. Saber que a nossa temporada foi escolhida é um orgulho e uma honra. 

Ana – Fiquei muito feliz e empolgada, porque é uma trama que discute temas muito importantes para a sociedade, perfeita para a fase que vivemos. Além de matar a saudade desse projeto lindo, vai ser um ótimo “esquenta” para a estreia da nossa série “As Five”. 

Qual a principal lembrança que guardam do período das gravações? Tem alguma história divertida dos bastidores? 

Gabriela – As brincadeiras e o alto astral nos bastidores. Tínhamos um grupo muito unido e amigo, era um prazer passar os dias do lado daquela galera. Nós gostávamos muito de registrar o que estávamos vivendo, tudo virava um motivo para fazer um vídeo divertido. Temos uma coleção gigantesca, muito conteúdo engraçado (risos). 

Ana – Me lembro bastante da gravação do aniversário de 1 ano do Tonico, quando já estávamos entrando na reta final da novela e as gravações estavam muito intensas. E nesse dia tínhamos muitas cenas, com muitas falas pra gravar. No meio da empolgação da gravação da festa (todas tinham que estar muito animadas por ser o aniversário de 1 ano do nosso afilhado) nós cinco nos abraçamos para nos concentrarmos muito. Sabíamos que se nós não estivéssemos concentradas e focadas nas cenas, não conseguiríamos gravar tudo. Essa conexão, compreensão e parceria que temos para mim é extremamente memorável e marcante. 

Há algo que aprenderam vivendo as personagens que levam com vocês até hoje? 

Gabriela – A Keyla me levou a refletir sobre amor próprio, autoconfiança, autoestima. Durante a trajetória dela, ela se questiona essas coisas. Isso foi de encontro com o momento que eu estava passando na minha vida e mudou algo dentro de mim. 

Ana – Acho que a Tina me proporcionou entender melhor as minhas origens. Apesar de eu ter descendência materna de japoneses, não entendo nada da cultura japonesa. Não conhecia absolutamente nada. E fui pesquisar por causa da Tina. Além disso, foi um mergulho muito importante na cultura pop, que é também o universo da Tina. 

Heslaine – Eu não era tão tecnológica antes da Ellen. Tive que estudar e mergulhar no mundo ‘hacker’ da personagem. Hoje eu sou uma pessoa que sabe alguma coisa, mexo nos aplicativos com mais facilidade (risos). Uma outra característica que aprendi com ela é ser mais observadora. Para mim, uma geminiana, ser observadora é algo difícil. 

Manoela – A Lica me deixou a sua determinação, o fato de ela ir atrás do que acredita independentemente da opinião dos outros. 

Daphne – Aprendi muitas coisas com a Benê. Eu não tinha contato com nenhuma pessoa com espectro autista. A partir dela, eu reparei que diversas pessoas ao meu redor poderiam ter esse espectro. Eu tinha uma visão muito limitada do assunto. A Benê é uma autista de alta funcionalidade, ela consegue trabalhar, ter amigos, se relacionar. Eu acho que quebrei um preconceito que eu tinha e aprendi a me relacionar melhor com as pessoas depois dessa personagem. Eu consegui ter um olhar menos julgador e mais aberto. 

O protagonismo feminino, com meninas empoderadas e cheias de atitude, foi um dos pontos altos da temporada. O que cada uma de vocês destacaria como qualidade que as jovens de hoje precisam ter para conquistarem seu espaço? 

Gabriela – Sempre que me perguntam qual característica eu gosto na Keyla, falo sobre determinação. É difícil viver em uma sociedade com padrões patriarcais, todas nós lutamos para sermos ouvidas. Termos cinco protagonistas, cada uma diferente da outra, é mostrar uma força muito importante. 

Ana – Cada uma tem uma peculiaridade, uma característica própria. A Tina é muito fiel às coisas que acredita e isso é muito importante para a personagem e para as outras meninas também. A Tina vem de um contexto muito tradicional e traz esse posicionamento, que é algo que falta na cultura asiática. Eu, enquanto descendente, fui ensinada a ficar muito em silêncio. E a Tina tem isso de “se me incomoda, eu vou dizer”. Ela é inspiração para muitas meninas. 

Heslaine – A Ellen vem de uma família matriarcal e de outro contexto social. Então, o fato de escolher abandonar certos padrões também é um tipo de libertação muito grande. É uma atitude de posicionamento firme. 

Manoela – O que mais me atrai na Lica é o seu desprendimento com a vida. Acho essa uma característica muito singular e muito importante. Essa determinação, tanto pra ela quanto para todas nós mulheres, faz com que a gente acredite mais em nós mesmas independentemente do que os outros dizem. Acho uma atitude importante para caminhar de uma forma verdadeira, confiante e empoderada. 

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Se você fosse escolher uma das outras quatro protagonistas para interpretar, qual seria? E por quê? 

Gabriela – Eu acho que faria a Benê. É uma personagem muito rica, com muitas camadas e muitas questões. 

Ana – Inicialmente escolheria a Lica. Ela é uma personagem muito explosiva, com muita intensidade. Tenho muito interesse em fazer alguma coisa nesse sentido. Mas pensando no contexto da novela, talvez hoje eu escolhesse a Ellen, porque o núcleo da personagem é incrível. 

Heslaine – Eu escolheria a Lica por ela ter uma personalidade diferente, algo que eu gostaria de explorar. E também por ser uma personagem que faz parte da elite. Eu, como atriz negra, gostaria de fazer uma personagem da elite paulistana para viver as questões em torno disso. 

Manoela – Eu faria a Benê. É uma personagem desafiadora por conta do autismo. Tenho uma curiosidade por esse universo que a envolve. 

Daphne – Hoje gostaria de fazer a Keyla. Depois de toda a vivência que eu tive com o parto do meu filho seria legal poder trabalhar isso em uma personagem. 

O que vocês acham que vão sentir revendo os capítulos da temporada? 

Manoela – Rever a novela vai ser muito importante porque, nesses últimos dois anos, nós já não somos mais as mesmas, então é um outro olhar. Vai ser interessante também relembrar os assuntos que a novela trata, a expectativa fica alta para saber como vai ser assistir a trama em 2020. Eu acho que vai fazer muito sentido. 

Ana – Para mim vai ser um baita exercício de autoestima porque eu me julgo e me avalio muito. Mas agora quero me assistir com um olhar carinhoso. 

Daphne – Quando estávamos gravando a temporada, tínhamos muita preocupação em saber se aquilo que fazíamos estava dando certo. A gente se cobrava muito. Agora que não temos essa responsabilidade vai ser melhor assistir, mas acho que vamos acabar nos julgando do mesmo jeito (risos). 

As emoções de ‘Malhação: Viva a Diferença’ estreou ontem, dia 6. A temporada tem autoria de Cao Hamburger e direção artística de Paulo Silvestrini.

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Wandreza Fernandes
Editora chefe do Área VIP e redatora web há 15 anos. Especialista em Famosos, TV, Reality shows e especialmente em Novelas.

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