
Joel Datena, jornalista e apresentador do Brasil Urgente (Band TV), fez uma reflexão nesta segunda-feira, 26 de outubro sobre vitória do presidente reeleito Lula (PT) e a derrota do senador Flávio Bolsonaro (PL) e direcionou seu recado ao público do telejornal. Em um certo momento, ancora da emissora disse que ficou “triste para caramba” com alguns acontecimentos após o fim da eleição e destacou brevemente.
O comunicador, que não se posiciona sobre política, afirmou que, daqui para frente, após o segundo turno, está todo mundo no mesmo barco e que a vida de todos segue: “Votei no candidato que perdeu ou votei no candidato que ganhou. A vida da gente segue, independente de qualquer coisa. O importante é um respeitar o outro e as pessoas se respeitarem também. Até porque, agora, estamos todos no mesmo barco: quem votou no Lula e quem não votou nele, quem votou no Flávio e quem não votou nele. Agora, são mais quatro anos aí e vamos torcer para que que, ao menos, melhore, esse ambiente que a gente tem”, iniciou ele.
Joel expos sua opinião sobre o que não pode acontecer: “Não pode torcer para “quanto pior, melhor”. A partir de agora vamos dar as mãos um para o outro e vamos ver até onde vai isso. Tem que torcer para melhorar, rezar para caramba”, alertou ele.
O filho de José Luiz Datena declarou, em tom de crítica construtiva, que a economia brasileira ainda não está boa e mandou um recado ao PT: “Torcer para o governo melhorar a parte econômica, que não está boa. Todo mundo sabe que a parte econômica do Brasil está um horror. Agora, o governo, que não é novo, vai ter que resolver isso, criando um ambiente economicamente saudável. Mas, independente de qualquer coisa, que impere sempre o respeito e a harmonia”, disse ele.
No final, ele também fez uma reflexão sobre intolerância: “Fico triste para caramba com algumas coisas que acontecem como aconteceram nesse final de semana, briga, gente baleada, discussão, um rapaz que quase morreu que não levam ninguém a lugar nenhum. A intolerancia, em todos sentidos, precisa acabar. É dificil porque o homem acha que só tem que estar das mesmas pessoas com desejos e pensamentos iguais. Que mundo é esse?”







