Um dos maiores clássicos dos estúdios Walt Disney, “A Bela e a Fera” estreou ontem (16), em nova versão, nos cinemas brasileiros. No filme, Emma Watson, a atriz que deu a vida a inesquecível Hermione de “Harry Potter”, interpreta a personagem mais emblemática de sua carreira, a bondosa Bela.

Pelas mãos do diretor Bill Condon (“Dreamgirls – em Busca de um Sonho”), o longa em live-action é cercado de uma trilha sonora de primeira qualidade e efeitos visuais deslumbrantes que evocam uma nostalgia pura da animação de 1991, porém a nova versão do clássico é modestamente contemporânea, inovadora e provocativa.

Watson, vive uma heroína feminista com convicção , que segue na contramão do que a sociedade esperava dela, a personagem não é mais apenas uma menina que adora ler, ela agora é uma artista criativa e inquieta, buscando por conta própria seu caminho, desejos, aspirações e sonhos. Outro personagem que ganha tintas de contemporaneidade é LeFou (Josh Gad), uma capanga que visa profundos sentimentos por seu amigo, o traiçoeiro, Gaston (Luke Evans). O papel de Gad causou polêmica por ser considerado o primeiro personagem gay da Disney.

No filme, os criadores ainda tentam mostrar a Fera (Dan Stevens ) menos selvagem, tal como descrito na história original, tentando minimizar a sua força animal para deixar o conceito de macho dominador e possessivo de lado. Um novo personagem surge na trama: Cadenza (Stanley Tucci), um músico que se transforma em piano.

Na história, Bela é uma jovem sonhadora e romântica que vive em uma pequena aldeia com seu pai, um inventor de gadgets, que alguns consideram como um idoso demente. Um dia, seu pai viaja para uma feira para expor suas invenções, mas se perde no caminho e termina em um castelo velho e misterioso. Ao passar a noite no local, o pai de Bela descobre que o dono do castelo é uma fera horripilante, que quando nota a sua presença, o prende no local.

Bela, preocupada com seu pai, decide ir atrás dele. Quando chega no castelo, ela propõe para fazer uma troca: ficar trancada em troca da liberdade de seu pai. Durante a sua estadia, a jovem encontra uma série de personagens peculiares que a fazem se sentir mais confortável. Além disso, aos poucos, ela descobre que a Fera é na verdade um príncipe que precisa de um grande amor para voltar à forma humana.

Com um orçamento estimado em 160 milhões de dólares, a versão live-action de ‘A Bela e a Fera‘ tem 40 minutos a mais de duração que a animação original, lançada em 1991. Enquanto o filme original possuía apenas 84 minutos, o remake tem 123 minutos (2h e 3 min).

Confira o trailer:

Confira a música clássica do filme:

Outras estreias:

A semana segue movimentada por várias estreias no cinema; a comédia “Tinha Que Ser Ele”?, estrelada por James Franco, Bryan Cranston e Megan Mullally, o drama “Era o Hotel Cambridge”, a comédia nacional “La Vigança”, com Felipe Rocha, Daniel Furlan e Leandra Leal, o documentário “Jonas e o Circo Sem Lona”, o drama “O Filho de Joseph”, a animação “História Antes de uma História”, o documentário “Estopô Balaio”, o drama “Com os Punhos Cerrados”, o documentário “Por um Punhado de Dólares – Os Novos Emigrados”, o drama “Eles Só Usam Black Tie”, o documentário “Pedro Osmar – Prá Liberdade Que Se Conquista”, o drama francês “Os Cowboys”, e o aclamado drama “Fátima”.

Colaborou: Paulo Freitas






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