
Nesta semana, Adriane Galisteu usou as redes sociais para se aproximar do público e abriu espaço para falar sobre um diagnóstico que vem impactando sua rotina desde outubro de 2025: a Síndrome do Piriforme.
Adriane Galisteu fala sobre dores, exames e tratamento após identificação da síndrome
Após mais uma sessão de quiropraxia, a apresentadora comentou a evolução do tratamento e a dificuldade de lidar com a condição no dia a dia: “Estou conseguindo ter mais força. Continuo tratando desde o ano passado, desde aquela crise que eu não andava. Ô coisa difícil de tratar. Agradece a Deus todo dia, [porque você] nem lembra que tem esse troço chamado piriforme.“, desabafou nos Stories do Instagram.
Diagnóstico após treino muda rotina de apresentadora
De acordo com a contratada da Record, os primeiros sintomas surgiram depois de um treino, quando executou um agachamento com carga inadequada. A partir disso, passou a sentir dores intensas na região dos glúteos, com irradiação para as pernas. O quadro chegou a limitar seus movimentos e exigiu acompanhamento contínuo.
Na época, Adriane descreveu a situação enquanto buscava entender a origem do problema: “Eu fui treinar, fazer um agachamento e errei o peso. Deve ter dado algum enrosco com algum nervo. Eu vou sair daqui e vou para o hospital fazer uma ressonância para ver o que aconteceu. Porque é uma dor chata. Eu já tomei um anti-inflamatório que me ajudou muito, mas eu não estou 100%. Nunca tive essa dor. Uma dor que irradia assim na perna.”, contou.
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Em suma, a síndrome ocorre quando o músculo piriforme, localizado na região profunda do quadril, pressiona o nervo ciático, provocando dor e desconforto. O tratamento envolve fisioterapia, sessões de quiropraxia e uso de medicações para controle dos sintomas. “Nunca tinha ouvido falar disso, agora que estou entendendo um pouco mais.“, disse.
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