
O cantor Alexandre Pires virou alvo da segunda fase da Operação Disco de Ouro, deflagrada pela PF (Polícia Federal) nesta quarta-feira, 23 de setembro.
De acordo com a PF, a operação investiga uma organização criminosa suspeita de atuar em lavagem de capitais, falsidade ideológica e outros crimes de caráter transnacional. Ainda segundo a Policia Federal, o grupo também estaria ligado ao financiamento e à logística do garimpo ilegal na Terra Indígena Yanomami.
Nesta quarta, são cumpridos 12 mandados de busca e apreensão e 17 ordens judiciais de sequestro de bens e valores, expedidos pela Justiça Federal.
Leia também: Victor Henrique, filho do cantor Rick, lamenta morte do pai: “Tinha medo de te perder”
Vale lembrar que a ação desta quarta-feira 923) é um desdobramento da primeira fase da Operação Disco de Ouro, realizada em dezembro de 2023. Na ocasião, Alexandre Pires foi alvo de busca e apreensão durante um cruzeiro onde realizava shows no litoral de Santos, em São Paulo.
Equipe de Alexandre Pires se manifesta
“A defesa do cantor Alexandre Pires vem a público esclarecer que a relação profissional mantida com o empresário Matheus Possebon esteve restrita à intermediação da venda de shows do artista à época. Não houve qualquer outra relação jurídica ou comercial entre Alexandre Pires e Matheus Possebon além daquela diretamente ligada à atividade artística do cantor“, inicia a nota.
Leia também: Christian Eduardo Corsi é encontrado morto aos 37 anos
“Eventuais fatos investigados pela Polícia Federal que estejam fora desse contexto dizem respeito exclusivamente a atos atribuídos ao citado empresário, praticados fora de sua atuação como intermediador na venda de shows de Alexandre Pires“, pontuaram.
E encerraram: “O cantor segue com tranquilidade sua vida pessoal e profissional, confiante no esclarecimento dos fatos e certo de que a verdade será devidamente demonstrada.”
Leia também: Ator é submetido a eutanásia e morre aos 43 anos







