terça-feira, 9 de agosto de 2022

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Artistas se revoltam com morte violenta de congolês no Rio de Janeiro

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Núcia Ferreirahttps://www.areavip.com.br/
Jornalista carioca com passagens pelas revistas Conta Mais, TV Brasil e TV Novelas. No site Área VIP, além de redatora, é repórter especialista em Celebridades, TV e Novelas.

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Antonio Fagundes, Elizabeth Savala e Taís Araújo protestaram contra a violência – Instagram

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Nesta terça-feira (1º), a notícia sobre a morte violenta do congolês Moïse Kabamgabe, que foi espancado por seu ex-empregadores na Barra da Tijuca, chocou o Brasil. Vários famosos usaram as redes sociais para protestar.

Alguns artistas, publicaram em seus perfis oficiais no Instagram uma frase de protesto. “O Rio de Janeiro não continua lindo. Não há beleza que conviva com a selvageria que mata um jovem de 24 anos que ousa cobrar seu salário. Luto interminável”, diz a mensagem.

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Na legenda das publicações, cada um mostrou sua revolta. “Em momentos como este que eu concordo com Jorge Luis Borges: o homem uma experiência que não deu certo”, escreveu Antonio Fagundes. “Não podemos ser cúmplices da barbárie. Vamos exigir justiça! O Estado nos deve uma resposta!”, disse Miguel Falabella.

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Elizabeth Savala também protestou: “Inimaginável”. Lucio Mauro Filho foi outro artista que mostrou sua revolta. “Que crueldade meu Deus! No que estamos nos transformando? Que exemplos estamos dando para as novas gerações? Tudo muito triste. Ex-cidade maravilhosa…”, disse o ator e cantor.

Taís Araújo fez um post diferente para mostrar sua revolta. A Barbarie NÃO pode ser normalizada! É urgente que se faça justiça, não podemos transformar barbárie em naturalidade. O Brasil transformou a escravidão, que foi uma grande barbárie, em uma coisa normal. As pessoas romantizam e reproduzem o Brasil colônia até hoje!”, disse a atriz em um trecho da publicação.

Confira o post:

O congolês foi espancado até a morte depois de cobrar R$ 200 por duas diárias de trabalho não pagas no quiosque Tropicália, na orla da Barra, na Zona Oeste, segundo a deputada Dani Monteiro (Psol), presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj).

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