Cacau Protasio/Instagram
Cacau Protasio/Instagram

Depois de ser vítima de preconceito, Cacau Protásio esteve na Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi), no centro do Rio de Janeiro, nesta sexta-feira (29).

A atriz passou a manhã prestando depoimento sobre os ataques racistas e gordofóbicos que sofreu nas redes sociais. O crime foi registrado como injúria por preconceito, previsto no artigo 140 do Código Penal, parágrafo terceiro. A pena é de um a três anos de prisão e multa.

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De acordo informações do jornal O Dia, Cacau contou em depoimentos os fatos que já foram veiculados pela mídia. Agora as autoridades vão analisar o procedimento para saber se houve crime militar. Se for comprovado que o ato de racismo foi cometido por um bombeiro, o registro será enviado ao Corpo de Bombeiros, que passará a ser responsável pela investigação feira por meio de Inquérito Policial Militar.

Em nota, o Corpo de Bombeiros comunicou que está apurando a denúncia. “O Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ) informa que abriu sindicância para apurar os fatos e trabalha, neste momento, a fim de identificar o(s) militar(es). A punição administrativa é voltada para a conduta disciplinar, tendo como base o Regulamento Disciplinar do Corpo de Bombeiros RJ (RDCBMERJ). Na esfera criminal, a competência é do Poder Judiciário.”

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Depois de passar pela delegacia, Cacau Protásio não quis dar entrevista. As ofensas à atriz foram compartilhas em áudio nas redes social e atribuída a um integrante do Corpo de Bombeiro depois das gravações da comédia Juntos e Enrolados, no Quartel Central do Corpo de Bombeiros no Rio de Janeiro. No filme, Cacau vive uma sargento da corporação.



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