Avenida Brasil - Rita (Globo/Divulgação)
Avenida Brasil – Rita (Globo/Divulgação)

Uma mocinha nada convencional, que lutava sem limites por justiça, intrigava o Brasil há sete anos. Sobrevivente do abandono e das maldades da madrasta Carminha (Adriana Esteves), Rita/Nina cresceu disposta a adiar sua própria felicidade para acertar as contas com o passado. Débora Falabella relembra sua personagem em ‘Avenida Brasil‘, uma das mais importantes de sua carreira, fala sobre seu processo criativo, a relação com o elenco e os ingredientes que fizeram da novela um fenômeno.

‘Avenida Brasil’ estreia na segunda-feira, dia 7, no ‘Vale a Pena Ver de Novo’. Até o dia 11, a novela divide a faixa com as emoções finais de ‘Por Amor’.

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Entrevista com Débora Falabella

Como você recebeu a notícia da volta da novela?
Recebi com muita alegria e expectativa.  Sete  anos depois de a novela ter sido exibida, tenho curiosidade de entender como será assisti-la nos dias de hoje. Vai ser interessante rever e saber o que as pessoas que não viram naquela época vão achar. Estou com uma curiosidade enorme. 

Quais ingredientes fizeram de Avenida Brasil esse sucesso?
Foram vários fatores. Uma texto e uma trama extraordinários, que eram escritos quase como episódios de série, deixando um gancho muito forte para o capítulo seguinte. Personagens muito bem construídos.  Além disso, foi um encontro de atores muito especial; um elenco livre, criativo, que também contribuiu muito para esse sucesso. Fora o fato de a novela ser engraçada e, ao mesmo tempo, ter um suspense. Isso atraía muito as pessoas.

Como você vê a personagem sete anos após a exibição da novela?
Já naquela época tinha uma visão bem clara, mas depois que acaba a gente amplia ainda mais essa visão. A humanidade e o realismo dela foram ficando cada vez mais fortes para mim.

Qual a sua cena preferida e qual a mais difícil?
A sequencia da virada da novela, quando a Nina realmente se mostra, diz quem ela é para a Carminha e passa alguns dias na casa dela, quase  exercendo seu plano de justiça. Éramos só eu e Adriana Esteves naquele casarão. Essa sequencia foi para mim também a mais difícil, porque levou a personagem para um outro lugar. Foi preciso muito estudo da personagem e cuidado.

Qual a importância da personagem para a sua carreira?
Não tem como a vida não mudar depois de ter feito parte de uma novela que foi um fenômeno. Me atingiu especialmente no sentido de entender a força e o poder de uma novela. Fora as relações que criei, tudo o que aprendi com um elenco tão incrível e com essa personagem tão rica.

A Nina era uma mocinha fora dos padrões. Como foi essa construção?
Ela era uma personagem riquíssima, que passou por muitas mudanças na trama. Me dediquei muito ao texto. A ligação com os atores que contracenavam comigo também era muito importante, esse jogo em cena era fundamental. Não tinha como fazer a Nina sem o entorno dela, sem Carminha, Lucinda, Jorginho, Tufão etc.



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