
Roberto Cabrini voltou ao local do acidente que matou o cantor Rick, da dupla com Renner, e outras quatro pessoas. Em reportagem exibida neste último domingo (27/09), pelo “Domingo Espetacular”, ele ouviu testemunhas. Além disso, o jornalista revelou novos detalhes sobre os últimos momentos do helicóptero.
Cabrini descobre o que aconteceu antes do helicóptero sumir com Rick e outras quatro pessoas
De acordo com a reportagem, a aeronave voava em uma região montanhosa sob forte neblina e desapareceu entre as nuvens pouco antes da queda. Especialistas também apontaram que o helicóptero não tinha equipamentos necessários para realizar um voo por instrumentos naquele momento.
Moradores da região contaram a Cabrini o que viram antes da queda. Israel dos Santos registrou as últimas imagens da aeronave. “Nós ouvimos um som alto e comecei a gravar, estava bem forte. Ele apareceu nesse sentido e acompanhei ele até as araucárias lá em cima. E lá ele sumiu no meio da nebulosidade.“, relatou logo a princípio.
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Testemunha revela detalhe estranho antes da queda de aeronave
Em seguida, o caseiro Lauri Pereira também afirmou que o helicóptero chamou atenção pelo voo baixo.
“Ele passou tão baixo que chegou a assustar os quero-queros. Observei que ele estava meio que fazendo curvas. Tava baixo, meio de lado e fazendo curvas até se perder nas nuvens. Parecia desorientado. O som do motor estava estrondoso, não estava normal.“, afirmou por fim.
++ Bombeiro conta o que sentiu ao encontrar helicóptero de Rick
Roberto Cabrini refaz a rota e os últimos passos do voo trágico que vitimou o cantor Rick e outras quatro pessoas na serra catarinense. O #DomingoEspetacular reconstitui desde a decolagem em Porto Belo (SC) até o momento em que o helicóptero desapareceu na neblina, revelando… pic.twitter.com/EyFMbYP9GP
— Domingo Espetacular (@DomEspetacular) September 27, 2026
Durante a matéria da Record, Cabrini ainda informou que a velocidade da aeronave no momento do impacto teria ficado entre 90 e 100 km/h. As circunstâncias da queda continuam sendo investigadas pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa).
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