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Eliezer afirma ter sofrido “calote” de empresa

Valor da disputa passa dos R$ 22 mil

Lívia Cout
Lívia Cout
Lívia Coutinho é formada em Psicologia, mas começou sua trajetória como redatora em Maricá/RJ há mais de seis anos. Ela produz conteúdos para os nichos de política, entretenimento e celebridades. Além do Área Vip, ela também já trabalhou no Portal R7, Jetss e Paipee Brasil.
Eliezer
Eliezer. (Foto: Divulgação/Renner)

Eliezer do Carmo, de 35 anos, move um processo contra as empresas “Group The Barbour’s Beauty LTDA” e “RT Distribuidora de Cosméticos LTDA”. O caso surgiu logo após problemas com a contratante para ações de divulgação. De acordo com a colunista Fábia Oliveira, do portal “Metrópoles”, o marido de Viih Tube entrou com a ação por meio da “Eli Produções Artísticas”.

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Eliezer diz que prestou serviços de publicidade, mas não recebeu pagamento

O processo judicial informa que, em 2023, a marca Barbour’s Beauty contratou Eliezer para realizar publicidade. Embora apenas a “RT Distribuidora” tenha assinado o contrato, o criador de conteúdos afirma que a outra empresa se beneficiou diretamente da divulgação. Por esse motivo, ambas foram incluídas na ação.

Ainda conforme os autos, o ex-BBB declara que prestou os serviços combinados e emitiu a nota fiscal correspondente. Porém, mesmo após as cobranças, o pagamento não teria sido realizado. Além disso, Eli relata que tentou contato por e-mail, mas não obteve retorno nem propostas de acordo para resolver a situação.

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Diante disso, Eliezer e a “Eli Produções Artísticas” pedem que o tribunal condene as empresas a pagar R$ 22.546,57. Valor que, conforme eles, corresponde à quantia devida com atualização e multa prevista em contrato.

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Por outro lado, a “Group The Barbour’s Beauty” apresentou defesa em abril de 2025. Na época, a empresa alegou que não pode ser responsabilizada, já que não assinou o contrato. Esta também argumentou que Eliezer não comprovou a execução dos serviços de publicidade mencionados na ação.

Inicialmente, o Tribunal de Justiça de São Paulo abriu o processo. No entanto, em outubro de 2025, o juiz entendeu que o local não era o adequado para julgar o caso. Com isso, o juiz transferiu o processo, que atualmente tramita no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.

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