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quarta-feira, 22 de maio de 2024

Filha de Belo se explica e diz que entrou em quadrilha porque precisava de dinheiro

Filha de Belo, Isadora Alkimin, foi presa em flagrante acusada de chefiar uma quadrilha. Recentemente, a jovem resolveu se explicar.

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Lívia Cout
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Filha de Belo se explica e diz que entrou em quadrilha porque precisava de dinheiro - Foto: Reprodução/Instagram
Filha de Belo se explica e diz que entrou em quadrilha porque precisava de dinheiro – Foto: Reprodução/Instagram

Como já noticiamos anteriormente aqui em seu Área VIP, o pagodeiro Belo está envolvido em uma verdadeira polêmica por conta de sua filha. É que a herdeira do famoso, Isadora Alkimin, de 21 anos, foi presa em flagrante acusada de chefiar uma quadrilha que aplicava crimes eletrônicos. Recentemente a jovem resolveu se explicar.

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Isadora Alkimin, filha de Belo, se explica para a polícia

Sendo assim, de acordo com as informações do portal Metrópoles, a jovem se explicou recentemente para polícia. Segundo a filha do pagodeiro, ela aceitou trabalhar no esquema porque estava precisando de dinheiro. No entanto, ela diz que não sabia o que o grupo criminoso fazia com as vítimas.

Vale lembrar ela foi presa em flagrante juntamente com outras 11 mulheres no dia 11 de novembro. Além disso, a quadrilha era ligada ao tráfico de drogas do Complexo da Maré, no Rio de Janeiro, e aplicava o ”golpe do motoboy”.

Saiba o que é o ”golpe do motoboy”

Em suma, as mulheres passavam-se por atendentes de banco e incentivavam as vítimas a compartilharem os dados bancários por telefone. Posteriormente, um outro integrante do grupo passava-se por motoboy do banco e ia até a casa da vítima coletar o cartão e aplicar por fim o golpe.

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Aliás, a função da filha de Belo era coletar dados e fazer anotações sobre pessoas. No entanto, a jovem afirma que não chegou a conversar com nenhuma vítima. Segundo ela, apenas anotava nomes que estavam catalogadas em um computador do grupo criminoso.

Inocente?

Por fim, Isadora se declara inocente. Pois, afirma que não sabia o que seria feito com os dados coletados, ”mas achava que era uma coisa ilegal” e que ”as pessoas seriam ressarcidas por alguma instituição financeira.”. Enfim, ela estava na quadrilha há cerca de um mês e recebeu R$ 600 como ajuda de custo para integrar-se ao grupo. Atualmente ela está presa no Rio de Janeiro. O bando foi autuado por organização criminosa.

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