
O judiciário concluiu que Gato Preto foi responsável pelo acidente e pelos danos às vítimas, enquanto Bia Miranda foi responsabilizada pela exposição e ofensas feitas após o ocorrido.
A Justiça condenou Gato Preto e Bia Miranda em uma ação de indenização relacionada a um acidente de trânsito ocorrido em 2025.
Gato Preto dirigia uma Porsche em alta velocidade e sob efeito de álcool e drogas quando atingiu outro veículo, ferindo pai e filho, identificados como Edilson e Ivan Maiorano.
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O juiz considerou comprovada a culpa do influenciador com base em laudo toxicológico que apontou álcool, MDA e THC. O Ministério Público de São Paulo também o denunciou por duas tentativas de homicídio por dolo eventual.
Parte dos pedidos de ressarcimento foi negada, incluindo despesas sem comprovantes e reparação do carro, porque o veículo já havia sido indenizado pela seguradora em valor superior a R$ 50 mil.
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O magistrado reconheceu danos morais para Ivan e Edilson, destacando as lesões físicas, os impactos psicológicos e a ausência de socorro após o acidente.
O pedido de indenização da mãe de Ivan, Débora, foi rejeitado por falta de gravidade suficiente para caracterizar dano moral indenizável.
Bia Miranda, que estava como passageira, não foi responsabilizada pela colisão, mas sim pela exposição e pelas ofensas feitas às vítimas nas redes sociais após o acidente.
A condenação determinou que Gato Preto pague cerca de R$ 161 mil, incluindo R$ 100 mil por danos morais a Ivan, R$ 60 mil a Edilson e cerca de R$ 1,3 mil por danos materiais.
Bia Miranda foi condenada a pagar R$ 50 mil por danos morais, sendo R$ 30 mil para Edilson e R$ 20 mil para Ivan.







