quinta-feira, 21 de outubro de 2021

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História da vida de cantor Latino será contada em livro e série

De acordo com o artista haverá um trabalho autobiográfico, além de uma série no ano que vem (2022)

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Lívia Cout
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História da vida de cantor Latino será contada em livro e série - Foto: Reprodução/ Arquivo pessoal e Instagram/ Montagem Área VIP
História da vida de cantor Latino será contada em livro e série – Foto: Reprodução/ Arquivo pessoal e Instagram/ Montagem Área VIP

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Latino tem uma história de vida que poucos conhecem. Desse modo, aos 48 anos de idade, 30 deles foi dedicado à música. Além dos diversos hits que marcaram a sua carreira, o cantor já morou na rua, foi engraxate, vendeu sanduíche na praia e até preso por roubo de carros nos Estados Unidos. Em suma, todas essas e muitas outras histórias estarão presentes na biografia do artista, que também dará origem a uma série no ano que vem (2022).

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Cantor Latino fala sobre trabalho autobiográfico que pretende lançar

(…) Quero contar tudo. Também foram muitas pessoas que ajudei a conquistar o que têm hoje, como a Luka e a Kelly Key. Sempre fui assim de querer apostar nos outros. Ajudar o próximo.”, declarou logo a princípio o cantor em entrevista concedida à Revista Quem.

Estados Unidos

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Nos Estados Unidos fiz muita besteira, pichava, tinha muitos amigos que não prestavam. Única coisa que nunca fiz foi usar drogas. Fui preso envolvido em um roubo de carro e deportado para o Brasil.”, revelou logo na sequência. Aliás, no começo dos anos 80, a mãe de Latino, Regine Dirce Lorback, se casou com um americano e eles haviam se mudado para Nova York na época.

Por fim, muitos não sabem, mas seu nome de batismo é Roberto de Souza Rocha, mas foi em solo americano que ele se tornou o Latino. ”Morei quase seis anos nos Estados Unidos. Foi lá que aprendi o meu jeito de dançar e cantar. Me chamavam de Latinboy. Fiz o ensino médio lá, montei uma boyband e comecei a animar festas. Depois, surgiu uma oportunidade de trabalhar com o David Copperfield (ilusionista) e fiquei quatro meses viajando com ele nos bastidores. Trabalhava em lojas e estudava, nos fins de semana fazia turnês. Ali, comecei a pegar gosto pelos palcos, dançava e fazia mágica. Com o tempo, comprei um violão e passei a compor. O berço que tive nos Estados Unidos me fez ser tudo que sou hoje.”, conta ele.

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Voltando para o Rio de Janeiro

Entretanto, ao retornar ao Rio de Janeiro, Latino encontrou uma realidade bem dura. ”Quando cheguei, meu pai não aceitava eu ser artista e queria que seguisse na carreira militar. Tive uma discussão com ele, acabei expulso de casa. Fui morar em uma pracinha embaixo de um viaduto do Méier. Foi ali que conheci o Edir Macedo e o RR Soares. Comecei a lavar carro e engraxar o sapato deles. (…)”., revelou posteriormente.

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