
A influenciadora australiana Stacey Warnecke, de 30 anos, morreu após um parto em casa realizado sem assistência médica. A morte poderia ter sido evitada se ela tivesse recebido atendimento hospitalar imediato, segundo informações apresentadas em um inquérito judicial na Austrália, nesta semana.
Stacey sofreu uma hemorragia pós-parto fatal após dar à luz seu filho, Axel, em casa, em setembro de 2025. De acordo com os documentos analisados pelo tribunal, Stacey optou pelo chamado “parto livre”, modalidade em que a gestante dá à luz sem a presença de médicos ou parteiras qualificadas.
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Durante a gravidez, Stacey contratou a assistente de parto Emily Lal, conhecida nas redes sociais como ‘The Authentic Birthkeeper’, que não possui formação médica e atua fora do sistema formal de saúde. As informações são do Portal g1.
De acordo com os documentos analisados pelo tribunal, Stacey optou pelo chamado “parto livre”, modalidade em que a gestante dá à luz sem a presença de médicos ou parteiras qualificadas. Durante a gravidez, ela contratou a assistente de parto Emily Lal, conhecida nas redes sociais como “The Authentic Birthkeeper”, que não possui formação médica e atua fora do sistema formal de saúde.
O patologista forense Michael Burke afirmou ao tribunal que a causa da morte foi uma hemorragia pós-parto, condição considerada amplamente tratável quando identificada e controlada rapidamente. Segundo o especialista, uma mulher morrer por perda de sangue após o parto é algo que pode ser evitado com intervenção médica adequada.
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Os relatos apresentados durante o inquérito indicam que Stacey permaneceu sangrando por mais de uma hora antes que os serviços de emergência fossem acionados. Enquanto apresentava dificuldade para respirar, a assistente de parto teria sugerido que ela poderia estar sofrendo um ataque de pânico. Em determinado momento, a influenciadora chegou a implorar para não morrer.
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