Na quarta-feira (17), o juiz Jorge Luiz Le Cocq D’Oliveira deu continuidade ao caso Rafael Marcarenhas. Ontem aconteceu a continuação da audiência de instrução e julgamento do processo que apura a morte do músico, filho da atriz Cissa Guimarães. Ele foi atropelado na madrugada do dia 20 de julho do ano passado, no Túnel Acústico, na Gávea, Zona Sul do Rio.
De acordo com a edição online da Contigo!, segundo divulgou a assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, foram ouvidas uma testemunha de acusação e duas de defesa. O policial militar Alexandre dos Santos Restorff foi o primeiro a depor. Ele contou que foi o primeiro policial a chegar ao local do acidente e socorreu a vítima até chegar o atendimento médico. O próximo a depor foi o inspetor da Polícia Civil João Carlos da Silva Farias. Ele afirmou que participou da apreensão do veículo envolvido no acidente em uma oficina em Quintino e que, quando chegou ao local, o vidro do carro já estava cortado. O comissário da Polícia Civil José Geraldo de Carvalho também prestou depoimento e confirmou a versão do inspetor João.
Em seguida, o juiz, após determinar a leitura da denúncia, fez o interrogatório dos réus Rafael de Souza Bussamra, motorista do carro, e seu pai, Roberto Martins Bussamra. Rafael disse que não teve intenção de matar ninguém e que não sabia que o túnel estava fechado.






