
Luiz Inácio Lula da Silva (PT), atual presidente e candidato à reeleição, defendeu o direito ao benefício da saída temporária para presos, a chamada “saidinha”, mas com uma condição. De acordo com chefe de estado, a ideia não vale paracasos de crimes graves e hediondos. A declaração foi dada durante sabatina ao SBT, exibida nesta segunda-feira, 19 de outubro.
“A saidinha é uma questão de direito das pessoas conviverem em família. Se o cidadão foi preso porque cometeu um delito que não seja um delito grave, e essa pessoa tem filho, tem mãe, tem pai, é normal que, dependendo do comportamento da pessoa, ela possa ter um indulto para visitar seus parentes, para ver seus filhos”, iniciou o presidente.
Na conversa com as jornalistas do SBT Brasil, Lula expressou que o sistema prisional deve ter o objetivo de ressocializar os presidiários. Em seguida, ele demonstrou ser contra conceder o benefício para presos por crimes hediondos.
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“Quem tem que soltar é que tem que analisar se o cara que vai ser solto tem crime grave, tem crime hediondo porque esse não pode ser solto. Se tiver estupro, não pode ser solto”, disse Lula.
“Agora, é quem vai tomar a decisão de liberar que tem que analisar, mas eu continuo defendendo que as pessoas têm que ter o direito de ver seus filhos”, completou o petista.
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