Mel Lisboa (Globo/João Cotta)
Mel Lisboa (Globo/João Cotta)

Depois de viver Rita Lee por três anos no teatro, Mel Lisboa foi convidada para interpretar a cantora na série “Elis – Viver é Melhor que Sonhar” na Globo.

A cena fará parte das inéditas, que não estiveram presente no longa de 2015. Ela foi convidada por Hugo Prata, autor da história, e achou o desafio interessante por construir um momento importante de Rita Lee em veículos diferentes.

A cena mostra o momento em que a cantora foi presa em 1976 e recebe a visita de Elis Regina. As duas, até então, não se conheciam pessoalmente. Em entrevista ao Área Vip, Mel Lisboa contou um pouco da nova experiência.

Mel Lisboa e Andreia Horta (Globo/João Cotta)
Mel Lisboa e Andreia Horta (Globo/João Cotta)

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Confira:

Como foi pra você aceitar o convite para fazer a Rita Lee na minissérie?

Como eu fiquei fazendo o espetáculo quase três anos, eu mantive  Rita dentro de mim por muito tempo. De algum jeito, ela nunca saiu. Ela tá aqui. Só que a questão era o veículo e a situação em si. A gente fazia um musical e agora é na TV em uma cena onde ela está grávida, assustada, com medo, com dor. Então, o tamanho, o registro é outro. É a ‘minha’ Rita numa situação completamente diferente como se fosse outra cena mesmo.

No teatro tinha essa cena?

Tinha, mas era comédia. Era a cena, inclusive, que dava pedal pra atriz que fazia a Elis cantar “Alô, Alô Marciano”.

Você continuou tendo contato com a Rita depois do espetáculo?

A gente mantém um contato assim meio distante, porque a Rita é muito reservada, fica muito em casa. Mas uma coisa que eu nunca quis foi incomodar a Rita.

O que você aprendeu interpretando a Rita e o que você trouxe pra sua vida?

O aprendizado é geral, não é só uma coisa. Não só a história daquela artista, mas de vários que estão em torno dela. O fazer teatral vai te ensinando várias coisas. E uma coisa que eu fiz que foi absolutamente nova, foi fazer uma personagem que existe. Eu não podia exatamente criar na minha cabeça. Claro que é do meu jeito, mas há uma referência que você não pode fugir. Ela está aí, ela foi nos assistir, inclusive.

E quais são seus projetos no momento?

Vai estrear o Coisa Mais Linda, que eu fiz, na Netflix. Estreia em março. Foi aí que eu conheci o Hugo (Prata, roteirista de Elis). O Dogville, que está em cartaz no Rio e vai estrear em São Paulo em Janeiro. Aí eu devo filmar a segunda temporada do Coisa Mais Linda.

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