Tais Araujo (Globo/Paulo Belote)
Tais Araujo (Globo/Paulo Belote)

Falta muito pouco! Depois de alguns meses de preparação e ensaio, começa neste domingo, dia 27, a terceira temporada do ‘PopStar’. E a expectativa para o início do reality musical não se restringe aos 13 talentos da edição — Babi, Claudia Ohana, Danilo Vieira, Eriberto Leão, Helga Nemetik, George Sauma, Jakson Follmann, Leticia Sabatella, Marcelo Serrado, Nany People, Robson Nunes, Totia Meireles e Yara Charry.

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Taís Araujo, que segue no comando do programa, também está ansiosa para acompanhar a evolução do time a cada domingo. Este ano, ela tem a parceria de João Côrtes, que estreia como o repórter da atração. Os dois contam sobre seus desejos para a nova temporada, falam sobre as muitas emoções que o programa provoca — neles e no público — e dão dicas do que é preciso para ser um popstar.

Entrevista Taís Araujo – Apresentadora ‘PopStar’

Como é estar mais uma vez comandando o PopStar?
É uma alegria. Não tem mais aquele desespero da estreia, mas confesso que ainda fico nervosa. Pedi muito para estar de novo no programa e vou conjugar esse trabalho com a novela ‘Amor de Mãe’. Sei que vai ser puxado, mas todo o sacrifício vale, porque fui muito feliz na temporada passada. Agora chega um outro grupo, absolutamente diferente e também muito especial. Por ser um reality, tudo depende do que vai acontecer na hora, das emoções. E é uma competição, um programa com música onde os competidores são artistas. É muita emoção latente, de todo mundo: deles, minha, do público. E é muito estimulante o fato de ser um programa ao vivo, com plateia e jurados. O ‘PopStar’ é um trabalho que me faz muito feliz.

O ‘PopStar’ mexe com as emoções, e não só dos participantes. Na temporada passada, a gente te viu muito emocionada em vários momentos…
Fico sempre muito emocionada. Uma das coisas mais legais do ‘PopStar’ é que é um programa onde não tem jogo ganho. Eu sempre digo que quem ganha não é quem canta melhor, mas quem teve a melhor trajetória. Aquele percurso que encanta e que faz com que a gente torça por determinada pessoa.

E são seus colegas de trabalho. Dá para ficar imparcial na torcida?
A minha torcida é para que cada um deles faça aquilo que planejou e para que tenham as trajetórias mais lindas e brilhantes. Eles estão ensaiando e se preparando há um tempo. E eu fico desesperada junto com eles, porque o que todo mundo quer aqui é apresentar um bom show no domingo à tarde. Só que é ao vivo e depende de tantas coisas… inclusive do incontrolável, que é o emocional. Essa “vulnerabilidade” faz do ‘PopStar’ um programa muito encantador, porque é muito humano e coloca todo mundo no mesmo lugar, o da vulnerabilidade: quem está no palco, quem está votando, quem está em casa e a mim também. Acredito que, para um artista, esse lugar da falta de certeza, de correr o risco, é sagrado. Essa pré-disposição a correr risco faz o artista mais interessante.

Antes da estreia, você acompanha a trajetória dos participantes?
Acompanho alguns ensaios, assisto alguns vídeos. São participantes muito diferentes, nesta temporada, se comparados com os do ano passado. Tem muita história por trás de cada um, muita história por trás das escolhas que eles fazem a cada música. Isso é muito interessante, muito bonito de acompanhar. Para estar na posição deles, têm que estar disposto, não basta só confiar no próprio taco. Sobre o que eles vão cantar, eu costumo pegar o setlist deles e faço uma playlist, que ouço a semana toda. As músicas que eu não sei cantar, procuro a letra para que possa acompanhar de fato o que eles estão fazendo.

Como é a sua relação com a música?
Adoro música. Não sou grande entendedora, mas gosto de ouvir, gosto de curtir. Estar nesse programa me proporciona estar perto da música e junto de músicos, e isso é muito legal. Não tenho um estilo preferido, mas música brasileira é, disparado, o que eu mais escuto.

Para você, o que é preciso para ser um PopStar?
Acho que para ser um PopStar é necessário, além de talento, vocação. Isso conta muito nesse lugar. Ser um PopStar é ter carisma, brilho, gostar do contato com o público, estar disposto a horas de ensaio, ficar sem dormir, se dedicar. Tem que ter talento? Óbvio! Mas tem que ter vocação também. Acho que são esses requisitos: ter força de vontade, empenho, disciplina, vocação e talento.

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Entrevista João Côrtes – Repórter PopStar

João Côrtes (Globo/Paulo Belote)
João Côrtes (Globo/Paulo Belote)

Você volta ao PopStar, mas agora com um novo desafio. Conta um pouco como vai ser a sua atuação nesta temporada.
Vou atuar nos bastidores do programa e ser um braço direito da Taís. Nessa temporada, a função do repórter expandiu um pouco. Vou transitar pela plateia, pelos novos cenários do programa, fazer o bastidor com os talentos que acabaram de cantar e com a galera que ainda vai se apresentar.

Como está sendo explorar esse seu lado comunicador?
Sempre gostei muito de me comunicar com as pessoas e sempre tive muita facilidade para isso. Sempre me expressei e foquei isso na energia do ator e do músico, de alguma maneira. Agora, como comunicador, eu posso focar essa energia de forma muito mais direta, imediata e pulsante. Está sendo um desafio muito legal, bacana e novo.

Por já ter vivido a experiência de participar do ‘PopStar’, como você acha que consegue / pode ajudar os seus colegas que estão no elenco este ano? Muitos deles se mostram como músicos para o grande público pela primeira vez…
O fato de já ter vivido essa experiência me traz um outro ponto de vista do programa. É muito interessante poder voltar a viver o ‘PopStar’, essa experiência de um outro ponto de vista, de alguma maneira já com uma maturidade. Como passei pelo mesmo que eles, tenho dado dicas de como se preparar, de como ensaiar, de como funciona o programa. Principalmente também no sentido de se acalmar e não se desesperar, de resguardar energia e se concentrar para a apresentação,. Tenho falado para eles como as emoções aumentam quando o ao vivo começa. Acho que tenho sido uma espécie de terapeuta da galera. Viver essa experiência sob uma nova perspectiva, exercendo uma nova função, é muito legal. E observá-los vivendo tudo o que vivi no ano passado me faz, de alguma maneira, reviver todas as emoções: a ansiedade, o nervosismo, o medo de se jogar. Estou dando a eles dicas que eu gostaria de ter recebido.

O que você acha que é preciso para ser um popstar?
Para ser um popstar é preciso se colocar de verdade no palco, sem medo de mostrar quem você é. É preciso muita coragem, determinação, foco para se dedicar realmente, porque essa jornada é intensa e cheia de adrenalina. Se colocar com toda a sua força e potência e, ao mesmo tempo, vulnerável, se abrindo para o público. Se entregar em sua versão mais verdadeira possível. Para ser um popstar é preciso se jogar, sem medo de ser feliz.

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O ‘PopStar’ é um reality musical com formato original Globo. O programa estreia no dia 27 de outubro, com direção geral de Flavio Goldemberg e apresentação de Tais Araújo com João Côrtes.



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