Paolla Oliveira/Instagram
Paolla Oliveira/Instagram

Assídua nas redes sociais, Paolla Oliveira provavelmente vai dobrar seus números de seguidores quando estrear em ‘A Dona do Pedaço’, próxima novela das 21h de Walcyr Carrasco, prevista para estrear depois de ‘O Sétimo Guardião’.

Na trama, ela será Vivi Guedes, uma digital influencer que promete ser uma das donas do pedaço. Vivi é uma das blogueiras com o maior número de seguidores e será invejada pelas concorrentes. Mas nem tudo será glória na vida da famosa. Vivi foi separada da mãe, Zenaide (Maeve Jinkings), ainda na infância, e adotada por Otávio (José de Abreu) e Beatriz (Natália do Vale).  A atriz mudou o visual e garante que já está sintonizada com a nova personagem. Em conversa com o Área Vip, ela contou um pouquinho do que o público pode esperar pela frente.

Confira:

Você está com o visual bem diferente, como foi essa mudança?

Toda vez que eu vou começar um personagem   qualquer mudança que venha através dele é bom, a gente incorpora na vida. Essas mudanças fazem parte de um quebra cabeça pra criar, no caso, a Vivi Guedes.

Você se curte mais loira ou morena?

Eu gosto de mudar, eu adoro mudar. Essa personagem vai ser muito legal  porque eu tenho a possibilidade de mudar, fazer sessões de fotos com peruca, várias inspirações. O Instagram dela é muito voltado pra moda, mas acredito que em algum momento vai ter uma foto dela mais solta.

 Então fala pra gente da Vivi Guedes.

A novela começa com outro mote, que é familiar, uma história de amor, e aí vem pra época atual e tem essa loucura que é essa modernidade de digital influencers. Eu vou estar com a Monica Iozzi,  a Agatha Moreira também nesse núcleo. O mais legal é que é moderno, o Walcyr (Carrasco) vai ter ideias mirabolantes pra falar sobre isso. Vivi vai ter um Instagram de verdade provavelmente. Eu acho muito legal ter um personagem interativo, que lida com a internet e ao mesmo tempo a televisão. Ela é bom caráter, divertida, um pouco manhosa. Eu acho que eu peguei um pouquinho de cada digital influencers que eu vi por aí que tem personalidade, autenticidade, dei uma misturada. Vamos ver o que vai sair.

Você gravou já pode falar…

Eu gravei o meu primeiro dia hoje, Vivi nasceu  hoje. O que eu posso falar é que minha primeira cena foi no programa da Fátima Bernardes.  Vivi Guedes foi convidada pra estar lá ao lado de Camila Coutinho e Hugo Bertonini que são dois ícones que falam sobre moda, tem isso também, ela é muito fashionista.

Na vida real, você acaba sendo uma influencer nas suas redes.  Você também se sente influencer mesmo ou você é só artista?

E muito difícil a gente estar desligado do que é o artista, todas essas redes. A gente está um pouco misturado. Mas eu fico feliz de poder  na arte ser a possibilidade eu tiver de ser, ser, seja uma assassina, uma maluca… e na minha vida saber exatamente o que eu quero ser. Então eu uso as minhas redes pra apoiar mais. Eu descobri um lugar nas minhas redes que não me agride, não me ofende, não me indispõe e ao mesmo tempo me deixa feliz de compartilhar com os meus seguidores. Acho que a gente tem que comemorar as coisas. Você tem que se comunicar na internet como você se sente a vontade, mas eu gosto de compartilhar feitos de mulheres , de homens, da gente colocar as nossas posições de uma maneira não agressiva, de uma maneira positiva. De ser um lugar onde você leve auto-estima, coisas legais. Coisas ruins a gente as vezes só recebe.

Você é daquelas que não larga o celular ou você consegue se controlar?

Eu? Esses dias me perguntaram: ‘você conseguiria ficar uma semana sem telefone?’ . Uma semana é muito tempo. Mais uma vez eu acredito que não tem errado, tem o que você se sente bem fazendo. Eu acho que a gente tem que viver as coisas. Chegou um momento que a gente percebe que as pessoas não vivem as coisas, elas estão só se preocupando de filmar, fotografar, ou postar. Eu vivo, eu gosto de viver. Gosto de tirar uma foto legal, as vezes eu posto depois, mas não sou muito de postar na hora, marcar localização. Às vezes a gente está perdendo uma boa conversa porque tá no telefone, mas ando mais conectada, talvez por conta de Vivi.

Você mesmo administra suas redes sociais?

Tudo que passa nas minhas redes sou eu que vejo. Eu tenho uma pessoa que ajuda, principalmente com a parte burocrática da coisa, que é marcação de pessoas, se teve uma legenda que não deu pra entender direito. Exatamente para não perder coisas. Como eu tenho uma assiduidade grande de posts, as vezes você tá no meio do jantar… então tem uma pessoa pra ajudar nessa parte burocrática.

Tem alguma coisa que você tenha descoberto com a Vivi e passou a fazer parte da sua vida?

Eu tenho seguido o mundo fashion, essas meninas que são muito presentes , mas aí vem de tudo. Eu não tenho um nome, eu passei a seguir muitas delas. Você está numa novela, você já está numa vitrine e de repente uma pessoa (fora da TV) tem oito milhões de seguidores. Essa pessoa a gente tem que tirar o chapéu pra ela. Eu fui pegar essas meninas que são realmente cases de sucesso na internet.

Paolla, a sua história é meio dona do pedaço, se a gente for pegar desde o início. Essa mulher forte, empoderada. Como é isso pra você?

Fico emocionada. A gente vai vivendo e às vezes esquece de olhar pra trás, a batalha, as coisas que a gente conquistou. Normalmente eu faço esse exercício, de olha pra trás e dizer ‘que fui uma mulher que batalhei’. Eu me considero uma pessoa que conquistou o ‘meu pedaço’. Do meu pedaço eu sou dona.

Como você define a personalidade da sua personagem?

Eu não tenho muita coisa, mas eu posso te dizer que ela tem o caráter bom, ela poderia ser desvairada, ir por outros caminhos, mas não. Ela tem conversas com familiares. O fato dela ser adotada, que poderia ser uma questão, não é. Ela é muito segura. Ela é divertida, acho que o humor também resolve muita coisa. E o que eu conheço dela, vamos ver por onde vai essa mulher.

Você vai ser dirigida pela Amora Mautner. Como é ser dirigida com esse olhar feminino?

Eu já tive com a Amora em outros projetos, Cama de Gato, minha primeira vilã. Eu devo muito a ela. Amora é uma pessoa muito inteligente, de uma energia muito potente. Tive com ela em Assédio também. Eu acho que a Amora descreve a potencia feminina em seu melhor lugar

A personagem sofreu muito na infância e tem a questão da irmã. Ela algo que fica remoendo dentro dela ou não?

Pergunta difícil de responder, porque quando a gente cria um personagem inevitavelmente  você pensa no que foi, o que passou, as memórias são todas trabalhadas. Mas nesse momento vocês vão conhecer uma Vivi com uma energia muito boa, dona de si totalmente. Até meio egocêntrico, muito focada nela e nesse mundo virtual.

Você postou no seu Instagram que aceitou o convite pra ser Rainha da Bateria. Vai ser mesmo?

Amor, a mulherada dessa novela gosta de samba, a Ju (Juliana Paes) tá pegada num lugar, a gente vai lá pra fazer bonito. Há dez anos que as pessoas perguntam que roupa eu vou sair no carnaval. Já tem 7 anos, mas ficou muito marcado. Então eu fiquei feliz de voltar, eu já vou estar de férias mesmo. Eu gosto dessa coisa afetiva do carnaval.

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