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Paula Fernandes denuncia machismo no meio sertanejo

Cantora afirma que ambiente musical foi criado para homens e segue repetindo padrões

Lívia Cout
Lívia Cout
Lívia Coutinho é formada em Psicologia, mas começou sua trajetória como redatora em Maricá/RJ há mais de seis anos. Ela produz conteúdos para os nichos de política, entretenimento e celebridades. Além do Área Vip, ela também já trabalhou no Portal R7, Jetss e Paipee Brasil.
Paula Fernandes
Paula Fernandes. (Foto: Reprodução/Instagram)

Durante o lançamento da novela “Coração Acelerado”, nova produção da TV Globo inspirada no mundo sertanejo, Paula Fernandes falou sobre a força de uma história que coloca mulheres no centro da narrativa. Além disso, a cantora também denunciou o machismo que ainda atravessa o cenário musical.

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Paula Fernandes diz que música sertaneja favorece somente homens

Paula elogiou a decisão da emissora de retratar um ambiente que, por muitos anos, foi ocupado quase só por homens. “Quando eu cheguei, o sistema estava todo preparado para homens.“, afirmou a artista logo a princípio, em entrevista à repórter Monique Arruda, do portal “LeoDias”.

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Apesar dos avanços, Paula ressaltou que ainda há um longo caminho a percorrer: “O cenário ainda é dominado por homens. As grades de shows ainda são dominadas por homens.“, pontuou. Na sequência, a cantora destacou que a luta não é por protagonismo exclusivo: “A gente não quer ocupar o lugar dos homens, a gente quer igualdade.“, explicou.

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Logo depois, Paula chamou atenção para a importância de abrir portas para novas vozes femininas. “Tem muito talento escondido pelo Brasil afora que precisa de uma oportunidade.“, afirmou.

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Cantora afirma que seu trabalho demorou a ser reconhecido

Ao ser questionada se ainda percebe machismo em 2026, a resposta foi direta e curta: “Sim.“. Posteriormente, a cantora ainda citou situações da própria carreira. Em suma, ela contou que participa ativamente de todas as etapas dos projetos, desde a produção até a edição e a direção musical. Mesmo assim, ainda causa estranhamento quando seu nome aparece oficialmente nessas funções.

Quando eu assino um álbum como diretora musical, as pessoas me olham estranho. Por que teria que ser um homem?“, questionou.

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Por fim, a artista lembrou que sempre esteve presente nos bastidores, tomando decisões e conduzindo processos criativos. No entanto, o mercado demorou a reconhecer oficialmente esse trabalho. Conforme Paula, por muito tempo ela produziu e dirigiu projetos sem receber o crédito, que só passou a vir recentemente: “Nunca tinham me nomeado como diretora.“, afirmou .

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