
Aos 68 anos, Pedro Bial revelou que desenvolveu um enfisema pulmonar em consequência do tabagismo, assim como Roberto Gomes Bolaños, o Chespirito.
Ele parou de fumar após os 50 anos e afirma ser um “arrependimento ambulante” por causa do hábito.
O jornalista e apresentador diz que a saúde se tornou uma prioridade maior com o passar dos anos. Atualmente faz caminhadas diárias, musculação e pratica tai chi chuan.
Em 2016, passou por uma cirurgia cardíaca na qual recebeu três pontes de safena. A experiência o levou a refletir mais sobre envelhecimento, qualidade de vida e morte.
Apesar das preocupações com tecnologia, Pedro Bial tem estudado inteligência artificial e passou a utilizá-la em sua rotina profissional. Ele acredita que a IA pode ser útil em tarefas repetitivas, mas vê limitações em aplicações criativas.
Um de seus próximos projetos é o filme de ficção provisoriamente chamado Reflexos, que abordará a dificuldade de comunicação na sociedade atual.
Como diretor artístico do Núcleo de Documentários dos Estúdios Globo, está trabalhando em uma série documental sobre Tom Jobim, cujo centenário será celebrado em 2027.
Sobre a carreira, atribui sua longevidade profissional à curiosidade e à disposição para assumir novos desafios. Ele afirma não ter planos de aposentadoria.
O apresentador comemora a nova fase do programa Conversa com Bial, que passou para um horário mais cedo e obteve melhores resultados de audiência e patrocínio.
Na vida pessoal, destaca como a paternidade mudou ao longo do tempo. Pai de cinco filhos, reconhece que se tornou mais presente e menos rígido com o passar dos anos.
“Eu era um fumante bravo”, declarou. O hábito deixou uma grave consequência: um enfisema, que ele descreve como pequeno, porém suficiente para provocar arrependimento. “A minha vida é feita de arrependimento. Eu sou um arrependimento ambulante”, comenta.







