Agência Na Lata

Rafinha Bastos volta ao time do programa “A Liga” amanhã, às 22h30. Nesse episódio, o programa aborda o funk feminino, universo repleto de polêmica e preconceito. De volta à tela da Band, Rafinha responde às seguintes perguntas:

Como foi o convite para voltar para a Band?

Sempre tive uma relação muito legal com a emissora e com o pessoal da Eyeworks Cuatro Cabezas. No ano passado, eles já tinham me abordado. “Rafa, você não quer voltar para fazer ‘A Liga’?”. Mas eu estava em um momento em que eu tinha um projeto na TV a cabo – a série “A Vida de Rafinha Bastos” no FX – tinha um monte de coisas para fazer e eu falei que não era o momento, que a gente conversa mais para frente. E sempre nisso, “a gente fala mais pra frente, a gente vai se falando”. Há dois meses eu falei para eles: vamos sentar e conversar de novo? E chegamos à conclusão que tínhamos que voltar para onde havíamos parado para construir um novo caminho. E, na Bandeirantes, temos abertura criar coisas novas e testar.

Como avalia sua saída da emissora em 2011?

Acho que eu tinha que respirar, parar, pensar… Eu não me arrependo de ter saído, de ter tomado essa atitude. Mas talvez eu me arrependa da maneira que eu fiz, de ter saído da equipe do “A Liga”, que sempre foi muito parceira. E eu sempre tive uma relação – tanto com a emissora quanto com a produtora – de muita proximidade.

Como é voltar pro “A Liga”? Quais temas você já gravou?

Sempre gostei muito do projeto. O programa exige uma disponibilidade e um envolvimento emocional, psicológico, intelectual que para mim é muito bacana. Eu choro, abraço… Eu quero viver as experiências. Nessa volta, eu já chorei, já fiz o diabo. Eu me envolvo muito. Já gravei sobre mulheres no funk, saúde mental e transplantes.

Como é sua relação com o pessoal do CQC hoje em dia?

Eu tenho uma relação muito boa com todos eles. Tem um ou outro que eu não falo por uma simples questão: não nos encontramos muito. Faço show com o Rafael Cortez, com o Marco Luque, Oscar Filho, Mauricio Meireles. Me dou bem com toda a turma que entrou. Não tenho nenhum problema com ninguém, nem da direção, nem nada. Nunca tive!

Como você avalia esses dois anos fora da Band?

Fiz coisas das quais eu me orgulho bastante nesses dois anos. Eu voltei a me encontrar com o público, que queria muito que eu produzisse para a internet. Eu já estava quase perdendo o lugar por estar focado na televisão.

Você acha que mudou nesses últimos anos?

Eu não sei dizer… Talvez eu pense um pouquinho mais. O humor pode se voltar contra você. Toda piada pode dar uma manchete.






1 COMENTÁRIO

  1. O PROGRAMA “A LIGA” TINHA PERDIDO SUA CARA, SEU SORRISO, ENFIM, SUA ALMA, DESDE QUE RAFINHA BASTOS SAIU O PROGRAMA PERDEU A NOÇÃO DE SUA EXISTÊNCIA, RAFINHA BASTOS VOLTA AO LUGAR AONDE MUITOS TELESPECTADORES VOLTAM COM ELE, POIS SEM ELE A LIGA NÃO EXISTIU, AGORA SIM COM SUA VOLTA TEREMOS UM PROGRAMA “DE VERDADE”, OU SEJA FALANDO DE REALIDADE COM QUEM SABE FALAR E FAZER COM EMOÇÃO AQUILO QUE GOSTA DE FAZER, RAFINHA SEJA BEM VINDO AOS LARES BRASILEIROS!!!!!!!

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