Viviane Araújo relembrou a prisão do ex-marido Belo em entrevista ao programa “Muito mais”, de Adriane Galisteu, informa a coluna retratos da Vida do jornal Extra. “Parecia que quem estava presa era eu. Era uma luta muito grande. Acordava todo dia às 6h da manhã para visitá-lo”, relembrou a morena, que teve que fazer curso na penitenciária para poder fazer visitas íntimas. “Eu era tratada como uma mulher de preso normal, mas as outras não”, disse Vivi.
A rainha de bateria do Salgueiro se defendeu ainda da acusação de racismo do secretário de Gracyanne Barbosa, Reinaldo Lopes Benedito Filho, que a acusa de tê-lo chamado de “veadinho, preto e escroto”, durante o lançamento do CD das escolas de samba do grupo especial. Reinaldo registrou queixa na 42ª DP, do Recreio, na Zona Oeste do Rio, e Viviane foi chamada para depor.
“Não xinguei ele. Realmente teve uma confusão. Era uma amiga minha quem tava lá dançando e eles ficaram se encarando. Mas foi ele que fez um sinal feio para mim. Amo os gays, não tenho preconceito. Minha avó era negra”, declarou Viviane.






