
Wagner Moura revelou os desafios e as reflexões que teve ao conquistar Hollywood após o sucesso mundial em “Narcos”.
Apesar das portas abertas pelo papel de Pablo Escobar, o que ele encontrou do outro lado foi uma armadilha de clichês.
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Wagner Moura defende que atores latinos podem interpretar qualquer personagem
O ator contou que passou a recusar várias propostas porque os personagens oferecidos repetiam estereótipos latinos. “Tive que dizer não porque é uma percepção do nosso povo”, explicou Wagner em entrevista. Sua recusa era consciente: ele não queria mais reforçar essa imagem limitada.
Seu desejo, agora, é muito mais amplo. “Queria interpretar jornalistas, médicos, engenheiros, seja lá o que formos. Somos a maior parte desta sociedade. Quero interpretar os mesmos personagens que os atores brancos americanos interpretam”, argumentou.
Ele defende que pode viver qualquer personagem, independentemente do nome ou da origem. “Não preciso interpretar um cara chamado José. Me deem o Michael e adivinha? Ele vai falar assim como eu, com o mesmo sotaque. Porque eu represento muitas pessoas que falam exatamente como eu”, complementou.
O ator também afirmou que sua experiência em “Narcos” o fez se conectar com uma identidade latina mais ampla, o que aumentou seu senso de responsabilidade. Agora, ele escolhe seus papéis com o cuidado de não alimentar preconceitos, buscando histórias que quebrem expectativas e representem a diversidade real.
Indicado ao Oscar, Wagner deu entrevista à “Variety”, e comparou a ditadura retratada em “O Agente Secreto” ao atual autoritarismo nos EUA. “Vocês nunca tiveram a experiência de viver sob uma ditadura. Não sabem o que é isso”, alertou o ator.
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