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Confira o Perfil dos Participantes do BBB24

Veja as fotos dos participantes do Big Brother Brasil

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Wandreza Fernandes
Wandreza Fernandes
Editora chefe do Portal Área VIP e redatora há mais de 20 anos. Especialista em Famosos, TV, Reality shows e fã de Novelas.
Participantes BBB24
Participantes BBB24 (Divulgação/TV Globo)

Na segunda-feira, dia 08 de janeiro estreou o ‘BBB24‘. Na última sexta-feira (05) ao longo da programação da TV Globo foram revelados os nomes de 18 participantes da edição deste ano. Na estreia do programa, mais 8 participantes entraram na casa mais vigiada do país. Ao todo são 26 confinados no reality.

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BBB24: Novas dinâmicas vão agitar o jogo

Confira o Perfil dos Participantes dos Grupos Pipoca e Camarote:

Leidy Elin (Pipoca) tem 26 anos e é de São Gonçalo, no Rio de Janeiro. Quando tinha oito anos e com o falecimento de seu pai, sua mãe passou a criá-la sozinha e foi neste período que começaram a ter dificuldades financeiras. Para ajudar a família, trabalha desde os 14. Sua primeira profissão foi a de manicure e, na mesma época, aprendeu a fazer cabelos e sobrancelha. Hoje, para pagar a faculdade de Direito e complementar a renda de casa, é operadora de caixa e trancista. Quando necessário, vende copos em estádio de futebol. “Faço de tudo um pouquinho. Se tem dinheiro, eu estou indo”, diz. Foi noiva por cinco anos, mas está solteira desde que descobriu que foi traída. Sua diversão favorita são rodas de pagode e baile charme. Considera-se compreensiva, comunicativa e conta que faz amigos facilmente, mas admite que não gosta de levar “nãos”. O lado explosivo aflora quando precisa lutar por seu ponto de vista, segundo ela. “Eu não faço a ‘boa moça’ para ninguém. Nem para a minha mãe, que sabe a filha que tem”, declara. Fala que ama cozinhar, mas arrumar a casa não está entre suas tarefas prediletas. Acredita que seu jeito reto e debochado de falar pode afastar alguns, mas não se preocupa: “Acham que eu sou espalhafatosa. Eu não estou nem aí, amigo de todo mundo não é amigo de ninguém”.

MC Bin Laden (Camarote) tem 30 anos e é natural de São Paulo, capital. Representante do funk paulista da Zona Leste, é cantor e compositor. Antes da fama, viveu grandes dificuldades financeiras. Foi vendedor na Rua 25 de Março e trabalhou ofertando produtos de porta em porta. O sucesso da música “Bin Laden não morreu” deu origem a seu nome artístico. Aos 18 anos, a música “Bololo haha” estourou sua carreira. Na sequência, o hit “Tá tranquilo, tá favorável”, em 2015, atingiu o grande público e seu clipe viralizou na internet. Com a notoriedade nacional, participou de programas de TV e subiu ao palco de festivais nacionais e internacionais. Conta que, graças à música, viajou para lugares em que nunca imaginou estar e realizou grandes sonhos, como o de conhecer o estádio do Santos – antes, só acompanhava os jogos do time pelo rádio de pilha de seu avô. Considera-se destemido e credita a característica às situações adversas que precisou enfrentar na vida. “Prefiro curtir e tirar onda a ficar reclamando. Passei dificuldades, mas sempre soube que as coisas iam mudar e dar certo”, afirma. Nas horas vagas, prefere estar com a família, reunir os amigos e fazer um churrasco. “Minha maior conquista é ver a minha família bem e com comida na mesa”, aponta. Também diz que é muito sincero e que não gosta de fofoca e falsidade.

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Maycon (Pipoca) tem 35 anos e é natural de Tijucas, Santa Catarina. Trabalha como cozinheiro escolar em Balneário Camboriú. Saiu de casa aos 16 anos para estudar em um colégio interno na cidade onde vive atualmente. Casou-se aos 20 anos e, logo depois, iniciou a graduação em Jornalismo, profissão que exerceu por um tempo até perceber que não era o que realmente queria. Foi o primeiro dos seis irmãos a se formar no ensino superior. Também cursou a faculdade de História e estagiou voluntariamente em um colégio, ensinando crianças a ler e a escrever. Foi lá que se encantou pela cozinha, que considera o coração da escola. Fez concurso para trabalhar como cozinheiro em uma creche e se apaixonou pelo ofício. “Sou alguém que faz comida, que traz carinho e afeto através das panelas”, declara Maycon, que se considera uma pessoa agregadora. De alto-astral, gosta de festas e seu hobby é participar de bailes de rodeio. Com seu jeito acelerado, diz incomodar-se com quem é mais devagar.

Yasmin Brunet (Camarote) tem 35 anos e é do Rio de Janeiro. Filha da também modelo Luiza Brunet, começou a carreira aos 13 anos, com o apoio da mãe. Seu primeiro desfile foi na São Paulo Fashion Week. Aos 17, mudou-se para Nova Iorque, nos Estados Unidos, onde morou por nove anos para se dedicar às passarelas. Como modelo fotográfica, representou diversas marcas internacionais e, durante a carreira, estampou capas de revistas e participou de semanas de moda no Brasil e no exterior. Também fez um trabalho como atriz, em 2015, na novela ‘Verdades Secretas’. Vegana, tem uma marca de produtos de beleza cruelty-free – cujos testes não são feitos em animais –, da qual se orgulha muito. A competitividade, conta Yasmin, é uma característica que traz da vivência no universo da moda. Ainda assim, afirma ser alguém que consegue enxergar o lado humano do outro. “Sou completamente maluca, mas uma maluca do bem. Não tenho medo de ser quem sou. Sou uma pessoa muito verdadeira, autêntica e excêntrica”, define-se. Acostumada a estar em evidência, desde nova a modelo diz ter tido que lidar com a exposição e revela que já sofreu com mentiras a seu respeito, por isso uma das coisas de que não gosta é lidar com inverdades sobre seu caráter. Solteira, declara ter uma relação bem próxima à família, especialmente com o pai, a mãe e o irmão.

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Lucas Pizane (Pipoca) tem 22 anos, nasceu em uma vila de pescadores em Itaparica, na Bahia. Mudou-se com a família para Salvador ainda na infância. Em função do trabalho da mãe, educadora, conseguiu bolsas em boas escolas. “Minha mãe sempre foi meu alicerce. A educação a salvou e ela lutou para que eu trilhasse a mesma carreira acadêmica”, conta ele, que também se encontrou na música – hoje é cantor e estudante de Produção Cultural. O baiano, que já integrou duas bandas regionais, destaca que carrega a cultura de seu estado no peito e tem o desejo de levar sua arte para o resto do mundo. Atualmente, faz shows solo pelas noites de Salvador e cria conteúdo para as redes sociais. Extrovertido, espontâneo e sincero: assim se define. “Sou um cara muito boa-praça e isso, às vezes, acaba sendo um problema para mim quando preciso me posicionar“, ressalva. Lucas conta, ainda, que é expansivo e que gosta de se sentir amado e de estar sob os holofotes. Sobre estar solteiro, brinca: “Meu erro é amar demais“.

Primeiros participantes do BBB24 são revelados

Deniziane (Pipoca) é Natural de Esmeraldas e moradora de Belo Horizonte, em Minas Gerais, tem 29 anos e é fisioterapeuta. Apesar de a família viver uma escassez de recursos, houve espaço para diversão. Conta que teve uma infância de pé no chão, subindo em árvores e jogando bola na rua com a irmã gêmea e outras duas irmãs. Foi atleta de Vôlei e no esporte conseguiu patrocínio e uma bolsa de estudos em um colégio particular. Saiu de casa aos 18 anos em busca de melhores condições financeiras e hoje, solteira, divide apartamento na capital de seu estado com o filho de dois anos e uma amiga. Por não gostar tanto de seu nome, prefere ser chamada pelo apelido Anny. Sabe bordar e admite adorar baladas e festas. Gosta mais ainda de jogar futebol com o filho. Acredita que a maternidade chegou para mudá-la. Assume que gosta de ser o centro das atenções e que não tem medo de se expor. “Quem não se posiciona é posicionado”, justifica. Considera-se competitiva e muito agitada, por isso quem é muito devagar a irrita. Conta que todos dizem que ela é engraçada.

Beatriz (Pipoca) é de Guarulhos, São Paulo, tem 23 anos, é vendedora e formada em Teatro, mas não exerce a carreira de atriz. É a caçula de cinco irmãos e foi criada com eles ajudando os pais a venderem mercadorias nas ruas e em feiras como camelô. Também já trabalhou como babá e modelo fotográfica. “Tenho várias profissões. Pode chamar de pau para toda obra, se vira nos 30…“, brinca. Hoje atua como divulgadora de lojas no Brás, onde chega por volta das três da manhã e é conhecida pelo jeito espontâneo de anunciar os produtos. A paulista está solteira. Afirma que é muito intensa e que, em um primeiro momento, seu jeito expansivo de se comunicar chama a atenção e costuma dividir opiniões entre “ame ou odeie”. Mas ela ressalva que, no fundo, é uma mulher muito alegre e autêntica, que tem garra de viver. “Não tenho medo de ser quem sou, nem de desafios. Se quero uma coisa, vou até o final. Me doo mesmo“, descreve sobre sua personalidade. Acrescenta que odeia injustiça e que não gosta de pessoas arrogantes, manipuladoras ou que não se posicionam.

Marcus Vinicius (Pipoca) é natural de Belém do Pará e tem 30 anos. Já cursou parte de uma graduação em Terapia Ocupacional, da qual desistiu após um intercâmbio de dois anos nos Estados Unidos. Quando voltou ao Brasil, passou a dar aulas particulares de inglês e, por indicação de uma aluna, fez uma especialização na área de aviação. Há cinco anos mudou-se para a cidade de Guarulhos, em São Paulo, para trabalhar em uma companhia aérea e exercer sua profissão de comissário de voo. Também é formado em Marketing e estuda atuação e canto. Foi criado pela mãe e pela avó e lembra que precisou trabalhar bastante para conseguir melhorar de vida. Considera-se alegre, teimoso e focado, apesar da inquietude, que também destaca como característica, já que está em busca de realizar seus sonhos. Está solteiro e revela ser o equilíbrio perfeito entre razão e emoção. Diz que é corajoso, determinado e está sempre disposto a dar a cara a tapa e enfrentar todas as situações de peito aberto. Declara que posicionamento e opinião não lhe faltam. Afirma, ainda, ter uma liderança nata quando em grupo, embora tenha dificuldade de respeitar o tempo do outro. “Gosto de lidar com as pessoas e de resolver B.O.“, comenta, apontando uma qualidade.

Matteus (Pipoca) é Gaúcho de Alegrete, tem 27 anos e é estudante de Engenharia Agrícola. Passou boa parte da vida no campo e tem muito orgulho das tradições de sua região. Foi criado pela mãe com a ajuda da avó, e tem o padrasto como referência paterna – é com ele que trabalha em uma estância, cuidando de bois para corte de agropecuária. Morando na zona rural, teve dificuldades de acesso à escola na infância e, mesmo assim, conseguiu chegar ao curso superior. Já participou de concursos de beleza para perder a timidez, mas conta que o trabalho social no Centro de Equoterapia da cidade era o que realmente o fazia permanecer nas competições. Descreve-se como um homem de bom coração e sensível: “Sou muito tranquilo, tenho o coração grande, mas não sou muito fã de ironia“, pontua. Diz que se doa muito às pessoas e que é muito apegado à avó, com quem mora, mas ainda está solteiro. Conta que se emociona com facilidade quando fala da família e do campo, mas que é rígido nas próprias convicções. Nas horas vagas, pratica esportes e musculação.

Vanessa Lopes (Camarote) a brasiliense  tem 22 anos e hoje mora em São Paulo, mas foi criada em Recife, Pernambuco. É dançarina e criadora de conteúdo, e soma mais de 40 milhões de seguidores em suas redes sociais. Sempre foi ligada às artes e aos esportes, e as competições de dança fizeram parte de sua vida. Por hobby, começou a gravar vídeos dançando aos 13 anos. O conteúdo foi se espalhando pela internet e, hoje, além das coreografias virais, destaca-se pelas publicações sobre maquiagem, fitness e rotina familiar. Hoje, Vanessa Lopes se orgulha de ser chamada para apresentar premiações e já ter sido premiada ela mesma. Depois de bater recordes de engajamento em seus perfis, diz: “Para mim, eu já conquistei o mundo e sou muito grata.” Profissionalmente, acredita que seu diferencial é a constância, e conta que o carisma sempre foi apontado como característica por outras pessoas. Solteira, afirma ser bastante ponderada nos relacionamentos: “Sou uma pessoa muito criteriosa, então não sei se me apaixonaria”, destaca ela, que deixa claro que só quer se divertir e aproveitar as oportunidades que a vida lhe der. “Gosto de me jogar em tudo que me aparece pela frente”, comenta Vanessa, que também se descreve como uma mulher comunicativa e sociável. Ler livros sobre Psicologia e estudar a mente humana estão entre seus hobbies. Segundo a influenciadora, seu senso de justiça é tão grande que, às vezes, extrapola: compra mais as brigas dos outros do que as dela mesma.

Público vai escolher dois participantes do BBB24

Nizam (Pipoca) de 32 anos, é executivo de contas internacional e faz faculdade de Gestão Comercial. Nascido na Mooca, em São Paulo, é filho de pai e mãe libaneses, por isso foi criado em meio à cultura da região. Chegou a ser atleta federado de Natação e Basquete e, durante a infância, montava a cavalo. Ingressou no curso de Relações Internacionais, depois migrou para Comércio Exterior, mas não se formou. Aos 21 anos, começou a trabalhar em cruzeiros internacionais, onde atuou na área de vendas e como gerente da agência de viagens a bordo. Depois de dez anos viajando pelo mundo, passou por 62 países e aprendeu a falar três idiomas. Voltou ao Brasil em 2022. Passou por momentos difíceis nos últimos anos, com a morte do pai e um assalto à própria casa; agora encontra-se desempregado. É solteiro, mora sozinho e gosta muito de jogar videogame. Basquete é hoje um hobby, assim como o futebol com os amigos. Curte baladas e festas e diz ser extrovertido. Destaca como traços de sua personalidade a fidelidade, a justiça e a verdade. “Tudo da minha vida me trouxe até aqui. Tenho muita história para contar“, garante. Nizam também afirma ter boa comunicação com todo tipo de pessoa.

Giovanna (Pipoca) é alagoana de Maceió, tem 24 anos e é assistente social. Nasceu em um bairro periférico de sua cidade e vem de uma família predominantemente feminina. Na infância, tinha o hábito de catar sururu para comer. Trabalha desde os 12 anos e, em busca de uma boa situação financeira, já desempenhou diversas funções em shopping, restaurante, supermercado e academia. Casada, está junto com seu companheiro há dez anos. Admite que, no dia a dia, é uma pessoa espaçosa e um pouco desatenta. Mas garante que não passa despercebida: fala alto, é comunicativa, alto-astral, engraçada e muito transparente. “O BBB é a minha única oportunidade de ter milhões na conta e saber se as pessoas gostam ou não de mim”, brinca ela, que ainda conta ter a expectativa de despertar identificação no público enquanto estiver confinada no programa.

Alane (Pipoca) é bailarina e modelo, tem 24 anos e é natural de Belém, no Pará. Sempre morou com a mãe, a quem tem como melhor amiga e maior incentivadora. Desde a infância, participava de concursos de dança e, aos 18 anos, ganhou o título de “Rainha das Rainhas” do Carnaval paraense, o que a tornou conhecida em sua cidade. Por isso, também costuma compartilhar seu dia a dia nas redes sociais. No início de 2023, decidiu mudar-se para São Paulo para cursar Teatro e ir em busca do sonho de ser atriz. Alane considera-se uma pessoa empática, extrovertida e livre: “Eu faço o que quiser, fico com quem quiser”, diz ela, que está solteira e revela gostar de flertar. Sua maior paixão, garante, é a dança e o ritmo Brega. A paraense também afirma que adora festas e que é daquelas que, se bebe um pouquinho, já fica melhor amiga de todo mundo. No entanto, ressalva que não gosta de quem se promove falando mal do outro nem de que falem alto com ela.

Vinicius Rodrigues (Camarote) tem 29 anos e é atleta paralímpico. Natural de Primavera, distrito de Rosana, em São Paulo, o velocista participou dos Jogos Parapan-Americanos de Lima (2019) e das Paralimpíadas de Tóquio (2020), tendo conquistado medalha de prata para o Brasil na última competição. Aos 19 anos, sofreu um acidente de trânsito na cidade de Maringá, no Paraná, e teve parte da perna esquerda amputada. Ainda no hospital, recebeu a visita da atleta paralímpica Terezinha Guilhermina, que o apresentou ao atletismo. Sua primeira competição paralímpica foi em 2015. Quatro anos depois, durante um torneio, quebrou o recorde mundial dos 100 metros rasos da classe T63 para amputados de perna acima do joelho, com o tempo de 11s95. Nas redes sociais, costuma compartilhar a rotina de treinos e competições, além de momentos com a filha, de sete anos. Vinicius diz que, na infância, era arteiro, daquelas crianças que não param sentadas em sala de aula, e que sempre canalizou a energia no esporte – nessa época fazia judô e não saía de cima da bicicleta. Hoje, quando não está treinando, foca a energia na dança, o que diz ser seu segundo talento. “Sou resenha demais. Festa é a melhor parte, gosto de comemorar”, explica. Solteiro, nunca namorou. Diz que não se emociona facilmente e que as pessoas levam um tempo para conquistá-lo. “Tenho muito amor para dar, mas namorar nunca foi meu forte”, brinca. Entre amigos, afirma ser considerado um cara “pra frente”, tranquilo e da paz.

Boninho brinca com semelhança entre pipoca do BBB24 Alane e Bruna Marquezine

Rodriguinho (Camarote)cantor, compositor e produtor nasceu em Bauru, em São Paulo, e tem 45 anos. Começou na música aos 10 anos, no grupo infantil Toca do Coelho. Mais tarde, entrou para Os Travessos e ficou nacionalmente conhecido pelos sucessos da banda nos anos 1990. Passou pela morte do pai dias antes de estourar no cenário musical. Em 2004, deixou o grupo para seguir carreira solo. A partir de então, lançou diversos álbuns e gravou DVDs. Graças à carreira, também teve a oportunidade de viver experiências em outras áreas, incluindo a participação em um dos filmes da Xuxa e na novela ‘O Clone’. “A única coisa que faltava na minha vida era um reality show“, destaca. Casado, Rodriguinho tem cinco filhos e duas netas. Apesar de sua profissão colocá-lo sempre em ambientes muito agitados, ele diz gostar mesmo é de ficar em casa. “Sou muito caseiro. Se não estou fazendo show, estou em casa. Até o estúdio é dentro da minha casa“, comenta. Calmo, porém bastante sociável: é como se apresenta o cantor. “Quando criança, eu era o organizador de festas, sempre fui o produtor da galera. Adoro fazer amizades“, diz ele, que também aponta que é sincero, mas que consegue falar o que quer sem ofender. Afirma, no entanto, que não lida bem com quem quer sempre ser o centro das atenções.

Fernanda (Pipoca) é Niterói, no Rio de Janeiro, tem 32 anos e é confeiteira e modelo. Formada em Moda, conta que também é muito ligada às artes. Está namorando, tem um casal de filhos e revela que precisou se virar para sustentar sua família depois que se separou do ex-marido. Hoje, mora com os filhos na casa dos pais, onde cuida de todas as despesas. Além de trabalhar como modelo fotográfica e se dedicar aos trabalhos com bolos e confeitaria, também atua como bailarina performática. Gosta de dançar forró, ritmo que começou a estudar aos 15 anos, e de fazer artesanato. Adianta que sua personalidade e segurança podem chamar a atenção em um primeiro momento, mas reforça que não está disposta a abrir mão de ser quem é. “Sou bondosa e sei lidar com as pessoas, mas o meu jeito de falar incomoda. Até me amar, vão me odiar“, acredita ela. Também afirma que não é barraqueira, pelo contrário: considera que é carinhosa e que tem talento para apaziguar o ambiente, se for preciso.

Lucas Luigi (Pipoca) tem 28 anos e é natural da capital do Rio de Janeiro, mas considera-se “cria da Baixada Fluminense”. Trabalha com o pai em sua empresa de instalação de pisos durante o dia e, à noite, assume a função de vendedor em uma loja de vestuário. Frequentador do Baile Charme de Madureira, aprendeu ainda na infância a gostar de dançar com o avô, e teve os primeiros contatos com os passos coreografados vendo performances de Michael Jackson pela TV. Chegou a participar de batalhas de dança, mas, atualmente, não exerce o talento como profissão. É casado há seis anos e tem um filho de três anos. Nas horas vagas, seus hobbies são soltar pipa, ouvir música, dançar e estar com quem ama. “Gosto muito de curtir minha família”, conta. Considera-se um “preto nerd” por gostar de animes, quadrinhos e filmes. Diz ser extrovertido e muito comunicativo, e destaca ter facilidade para conviver com todo o tipo de pessoa. Declara que o fato de ser “desenrolado” o ajuda a chegar fácil nos lugares. Apesar disso, adianta que situações de preconceito o tiram do sério: “Vou bater de frente firme. Uma coisa que aprendi foi a usar as palavras”.

Wanessa Camargo (Camarote) é cantora tem 41 anos e é natural de Goiânia, Goiás, onde teve uma infância simples e feliz junto aos pais, irmãos, avós, primos e tios. Ainda criança, mudou-se para São Paulo com parte da família e, na capital, lembra-se de acompanhar a mãe no trabalho de sacoleira e de acordar à noite com o pai compondo. Seguiu os trilhos musicais de Zezé Di Camargo e se lançou como cantora aos 17 anos, embora tenha iniciado nas artes por meio do teatro e da dança. Ao longo da carreira, emplacou sucessos como “Amor, amor”, “O amor não deixa” e “Eu quero ser o seu amor”. Fez participações em filmes e novelas e se apresentou em diversos programas de televisão durante sua trajetória artística. “O maior prêmio para quem canta é saber que sua música marcou uma geração e está no coração das pessoas”, observa. Apesar das alegrias na profissão, conta que aprendeu cedo a lidar com críticas e comparações: “Na vivência fui me preparando e criando casca”. Mesmo assim, Wanessa revela que gosta de se desafiar e fazer coisas diferentes; diz que adora participar de jogos, competições e trabalhar em equipe. Mãe de dois filhos, destaca que valoriza bastante a relação com a família: “É meu chão, minha base, meu tudo”, declara ela, que embora esteja namorando, também aprecia seus momentos sozinha. Nas tarefas de casa, conta que sabe lavar uma louça como ninguém e que organização é seu forte, mas adianta que não domina habilidades na cozinha.

Análise: BBB24 estreia acelerado e causa barulho nas redes sociais

Davi (Pipoca) Natural de Salvador, na Bahia, Davi tem 21 anos e é motorista de aplicativo. Conta ter sido um menino levado na infância e que, ainda nessa época, a separação dos pais teve um grande impacto em sua vida e na de sua irmã, pois teve que começar a trabalhar para ajudar em casa, vendendo picolé e água nos ônibus da cidade. Diz ter conhecido todo tipo de gente nesse período e lembra ter passado por muitas dificuldades. Hoje, encara esses obstáculos como aprendizados, e avalia que se tornou uma pessoa alegre e do bem. Trabalhou com informática e almoxarifado antes de ganhar a vida dirigindo. Davi se define como alguém muito animado, diferente da namorada, que, segundo ele, o acha “gaiato demais”. “Minha vida é um livro aberto. Sou alegre, sou divertido, sou pipoca, sou baiano”, diz. Também se considera comunicativo e insistente e acha que por isso, às vezes, acaba sendo tachado de chato. Explica que sua sensibilidade o ajuda a compreender o que o outro está passando. Afirma que busca fazer amizade com pessoas em quem sinta confiança e em quem possa se espelhar.

Isabelle (Pipoca) a manauara tem 31 anos e é dançarina. Sua jornada começou em uma gravidez complicada da mãe, aos 13 anos. A infância foi igualmente conturbada: passou fome e precisava pegar três ônibus para chegar à escola. Começou a trabalhar aos nove anos vendendo roupa na feira com a avó. Aos 19, formou-se em Letras. Sempre amou a arte e tem muito orgulho da cultura do Amazonas. Em 2014, ganhou o concurso de Rainha do Folclore do Garantido e ficou no posto por três anos. Em 2017, conquistou o título de Cunha Poranga do Garantido (mulher bonita, em Tupi Guarani). Hoje é dançarina no festival de Parintins e faz vários shows pelo Brasil. As dificuldades, contudo, não tiraram de Isabelle a alegria de viver e a espontaneidade, características que se orgulha em ter. Considera-se protagonista da própria vida e se diz a verdadeira essência da mulher do Amazonas. Atualmente está namorando. Empoderada, deixa claro que não gosta de ser mandada nem contrariada. Confessa ser um pouco manipuladora. Identifica-se como uma pessoa solar: ao mesmo tempo que ilumina, também queima. “Eu sou uma mulher aguerrida, carismática, destemida – tenho personalidade”, ressalta.

Raquele (Pipoca) é capixaba, nascida em Conceição da Barra e moradora de Aracruz. Técnica em Mecânica e estudante de Engenharia Mecânica, hoje atua como doceira, além de ser sócia do noivo – com quem está há sete anos – em um delivery de açaí. Tem 22 anos e trabalha desde os 13, quando começou a ganhar seu próprio dinheiro fazendo unha. Atualmente mora com os pais e a irmã caçula, de quem cuidava na adolescência enquanto sua mãe trabalhava fora. Considera-se comunicativa, alto-astral e bastante sorridente, e diz que quando precisa hablar, fala sem medo: “Não sou de falar bonito. Falo do meu jeitão mesmo”. Por se dividir entre a faculdade e seus dois empreendimentos, afirma que quase não tem tempo para o lazer. “Quando está todo mundo na festa, eu estou enrolando doces”, brinca. Admite ser chata e teimosa, e que gosta de suas coisas sempre organizadas. Também acredita ser uma pessoa muito transparente em seus sentimentos e posicionamentos.

Thalyta (Pipoca) nascida em Belo Horizonte e moradora de Contagem, em Minas Gerais, aos 26 anos, Thalyta é formada em Direito e atua como advogada criminal. Foi criada apenas por mulheres e orgulha-se desse fato em sua trajetória. Aos 13 anos já almejava a carreira que tem hoje. Aos 14, conseguiu seu primeiro emprego como office girl, e depois disso, trabalhou com a venda de açaí para custear os cursos preparatórios que fez para entrar na faculdade. Atualmente, está solteira. Considera-se bastante falante e diz ter opinião para tudo: “Infelizmente eu sou muito transparente. Falo mal de todo mundo, até de mim”, brinca. Também por isso, afirma, ela não gosta de pessoas que se omitem ou são imparciais, e nem de quem é sonso. Thalyta se descreve como uma mulher determinada e divertida. E avisa que não deixa ninguém passar por cima dela por nenhum motivo. “Não sou pano de chão de ninguém. Acima de mim, só Deus e o avião”, declara.

Giovanna (Pipoca) nascida em Belo Horizonte e moradora de Contagem, Minas Gerais, Giovanna tem 27 anos. Trabalha como nutricionista e é também modelo. Quando terminou a escola, entrou na faculdade de Sistemas de Informação, mas não curtiu e logo mudou para o curso de Nutrição. Hoje concilia os atendimentos com o trabalho no setor de moda. Revela ter uma conexão forte com a natureza: gosta de trilhas, pequenas viagens e é praticante de ioga. Atualmente, está solteira. Giovanna se considera uma pessoa animada, alegre e expansiva, porém estratégica: “Não sou só um rostinho bonito. Gosto de observar e jogar também”, pontua. Diz ser faladeira, mas o jeito acelerado só aparece tempos depois de acordar – o que revela ser um processo lento. Destaca ser paciente, embora não aceite desrespeito nem que falem mal de pessoas queridas. Garante que reage se perceber que está sendo maltratada. Segundo ela, sua transparência, demonstrada nas expressões faciais, não a deixa ser manipuladora.

Juninho (Pipoca) o carioca tem 41 anos. É formado em Contabilidade, mas trabalha como motoboy. Conta ter tido uma vida com dificuldades financeiras desde a época em que vivia com os pais. Mora no mesmo terreno que outros integrantes de sua família, já foi casado, tem uma filha de 20 anos e, atualmente, está solteiro. Trabalhou por muito tempo em sua área de formação: começou ainda como motoboy no escritório, até chegar a contador. Mas, com a pandemia, veio o desemprego, e a solução que encontrou foi voltar às ruas com a moto. Apesar dos percalços, sente que começou uma vida nova aos 40 anos. “Sou uma mistura de sagacidade carioca com uma postura séria”, descreve-se. Revela que adora conversar e dançar, especialmente no Baile Charme, e que utiliza o hobby como ferramenta para aliviar o estresse. Diz que sente satisfação em contribuir, é muito parceiro dos amigos e solidário. “Gosto de construir pontes e não muros”, destaca. Sinceridade é uma característica na qual afirma se exceder às vezes. A impaciência também é um defeito que atribui a si mesmo.

Michel (Pipoca) nascido e criado em Belo Horizonte, em Minas Gerais, Michel tem 33 anos. É professor de Geografia e estudante de Medicina Veterinária. Durante a faculdade, trabalhou em diversas funções, desde motorista a animador de festa. Já lecionou em presídios e conta ter sido uma experiência marcante. Depois de se formar no curso de Geografia e Análise Ambiental, realizou o sonho de fazer um intercâmbio na Irlanda. Lá, estudava de manhã e, à noite, fazia faxina e cuidava de crianças para ter dinheiro. De volta ao Brasil, tentou ser comissário de bordo, mas não conseguiu ingressar no setor de aviação. Hoje, mora com os pais e uma tia. Namora há cinco anos. Dá aulas em duas escolas estaduais e, na parte da noite, cursa sua segunda graduação. Michel afirma ser muito aberto, que fala o que pensa e é muito expressivo: “Minha cara condena”. Descreve-se como um homem dinâmico, comunicativo e que faz amizades facilmente: “Sou uma pessoa que vive o momento, sou intenso e corajoso”. Admite ser mandão e garante que não funciona na posição de liderado. Quando em discussões, não gosta de perder. Diz que também lhe falta paciência para gente metida, egocêntrica e folgada.

Lucas Henrique (Pipoca) o carioca tem 29 anos e é professor de Educação Física. Nascido e criado no Complexo da Maré, é o caçula de cinco irmãos. Começou a trabalhar aos 14 anos, fez pré-vestibular em uma ONG da comunidade e, anos depois, graduou-se em Educação Física. Depois da graduação, especializou-se em Relações Étnico-raciais. Acredita que a capoeira o conecta a sua ancestralidade. Hoje, é professor em uma escola municipal da Maré, mestrando em Educação e professor de capoeira para adultos. Também atua formando outros mestres, inclusive em missões em Cabo Verde, na África. Além disso, faz parte do projeto social Luta Pela Paz, uma ONG internacional que trabalha com esportes em territórios vulneráveis. Ocupa com frequência espaços de liderança e ressalta que sabe convencer as pessoas usando argumentos a seu favor. Apesar disso, afirma reconhecer quando erra. Adianta que é do tipo que evita brigas, mas não aceita ser passado para trás. Destaca que pessoas incoerentes o tiram do sério e que outra coisa que o desagrada é intromissão em sua vida. É casado e diz ter muitos colegas, mas poucos amigos. Confessa ter um senso de humor típico de “5ª série”, e que é o professor “amigo dos alunos”. “Meu fechamento é quem gosta de cerveja, de conversar e de contar piadas bestas”, aponta.

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Wandreza Fernandes
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