Roberto Leal diz ter psicografado música composta por Dinho dos Mamonas – Veja o Vídeo

Nos 15 anos da morte do grupo Mamonas Assassinas, completados esta semana, uma nova música é apresentada ao público. Não se trata de nenhum arquivo perdido de gravadora e sim uma letra psicografada. De acordo com o jornal Extra, Roberto Leal, um dos cantores portugueses mais famosos no Brasil, afirma ter sentido a presença do […]

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foto: Reprodução

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Nos 15 anos da morte do grupo Mamonas Assassinas, completados esta semana, uma nova música é apresentada ao público. Não se trata de nenhum arquivo perdido de gravadora e sim uma letra psicografada. De acordo com o jornal Extra, Roberto Leal, um dos cantores portugueses mais famosos no Brasil, afirma ter sentido a presença do vocalista do Mamonas Assassinas no momento em que escreveu “A festa ainda pode ser bonita”.

Se parece estranho a homenagem ter sido feita justamente pelo cantor parodiado em “Vira-vira”, Roberto diz que existia uma grande amizade entre os dois desde que foram apresentados nos bastidores de um programa de TV.

A história da letra

Roberto Leal preparou uma recepção em Portugal para receber o Mamonas Assassinas. O acidente aconteceu no dia anterior ao que estava marcado a chegada dos meninos no país. Assim que soube do acidente, Roberto Leal escreveu a letra rapidamente, sem pausas e muito emocionado:

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Foi escrito com lágrimas, eu senti a presença do Dinho. Eu tenho outras experiências espirituais, não foi a primeira vez.

Conheça a letra

“A Festa Ainda Pode Ser Bonita”
(Roberto Leal e Dinho)

Roda, roda, vira, olha se roda bem

Mas que raio de festa que eu não encontro ninguém

Roda, roda, vira, olha se roda bem

Procurei por todo o lado, não há festa, não há fado

E não há nada pra ninguém

Fui convidado para ir a uma festa

Um miúdo veio logo me avisar

Ele disse vou dançar a noite inteira

Com seus amigos, você não pode faltar

Mas ao chegar fiquei assustado

Imaginava meus amigos lá também

Pois numa festa sem amigos ao meu lado

Não há festa não há fado, e não há nada pra ninguém.

Roda, roda, vira, olha se roda bem.

Mas que raio de festa que eu não encontro ninguém

Roda, roda, vira, olha se roda bem

Procurei por todo o lado, não há festa não há fado.

E não há nada pra ninguém

Meus amigos vejam como eu estou

Nem imaginam como eu estou sofrendo

Ainda acho que a festa não acabou

Pois vão tocando que outra festa vai nascendo

Eu sinto falta dos amigos de verdade

Que bom seria se isso fosse mesmo agora

Onde no cais vai zarpando a amizade

O peito enche de saudade ao ver o barco ir embora

Roda, roda, vira, olha se roda bem

Mas que raio de festa que eu não encontro ninguém

Roda, roda, vira, olha se roda bem

Procurei por todo o lado, não há festa não há fado.

E não há nada pra ninguém.

Mas a festa ainda pode ser bonita

Arrebita, arrebita, arrebita

Longe é perto para aquele que acredita

Arrebita, arrebita, arrebita

O pá estamos todos nesta fita

Arrebita, arrebita, arrebita

O sanfoneiro bota o fole pra mexer

Lá em cima ou lá embaixo outra festa vai nascer.

Roda, roda, vira, olha se roda bem

Mas que raio de festa que eu não encontro ninguém

Roda, roda, vira, olha se roda bem

Procurei por todo o lado, não há festa não há fado

E não há nada pra ninguém

Redação
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