Adriane Galisteu achou "o fim do mundo" descobrir que seu ex-namorado, o deputado Fábio Faria (PMN-RN), havia pagado passagens aéreas para ela, sua mãe e um amigo com verba de sua cota de bilhetes da Câmara dos Deputados. Em entrevista à Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo, a apresentadora, que estréia sexta-feira na Band, desabafou. Confira a entrevista na íntegra:

FOLHA – O que achou de ter viajado com passagens pagas pela Câmara?
ADRIANE GALISTEU – Achei o fim do mundo. Estou longe de ser uma mulher ingênua, mas jamais vou saber a procedência de um presente. Minha mãe me ensinou a não perguntar isso para as pessoas e a responsabilidade é toda dele.

FOLHA – Ele diz que já devolveu o dinheiro à Câmara.
ADRIANE – Não falo com essa pessoa há muito tempo, mas ele merece um votinho de confiança bem pequeno. Espero que ele resolva isso por bem, senão vai ter que resolver por mal! [Em nota divulgada por sua assessoria, o deputado afirma que reembolsou a Câmara pelas passagens].

FOLHA – Um empresário, como ele, precisaria usar verba oficial para bancar uma viagem?

ADRIANE – Imagino que não! Namorei por pouco tempo, então não tenho noção do dinheiro que ele tem. Em todos os meus namoros, sempre presenteei e ganhei presentes sem ter que me preocupar com isso. Mas nunca tinha namorado um político. É duro, né?

FOLHA – Namoraria outro político?

ADRIANE – Estou muito bem no meu mundinho, me deixa aqui.

FOLHA – Deputado tem muita mordomia no Brasil?
ADRIANE – Desde que a capital do Brasil era o Rio, já tinha uma lei em que o deputado tinha uma passagem para [ênfase na palavra] ele usar. Se um dia eles resolverem fazer alguma viagem que seja pelo bem do país, de interesse popular, aí sim poderiam ganhar a passagem. Mas só para ele e para mais ninguém. Pago meus impostos, e muito caro, e agora vejo meu nome envolvido nisso!



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