convidado do “Irritando Fernanda Young” deste domingo, dia 19, é o ator Antonio Fagundes. Atuando desde os 12 anos, ele conta que o início da carreira “foi uma coisa automática”. “Quando vi já era ator, só faltava me profissionalizar. Fiz isso com 16, 17 anos”, relembra. Ele fica feliz em ver o sucesso de brasileiros no exterior, mas acredita que a língua ainda seja uma barreira para muitos que querem seguir carreira internacional.

Fagundes esclarece a fama de quem não gosta de darautógrafos. “Nem sou tão irritado com isso, mas nem sempre é no horário ou local certo. Essa aproximação tem que ser delicada. Dou autógrafo com prazer, sim”, afirma. Famoso também pela boa memória, ele conta que, às vezes, tem que fazer força para esquecer as coisas. Fernanda pergunta se o ator tem consciência do próprio charme. “Tô vermelho? Morro de vergonha”, responde.

Em 2002, ele escreveu e atuou na peça “Sete Minutos”, sobre a qual ele comenta: “A peça é uma declaração de amor à platéia. No sentido de que nós prestamos atenção em vocês, mas, é claro, que nem sempre da forma adequada”, fala. E complementa: “Não tinha função educadora, mas uma função de desabafo”.

Fernanda também quer saber o que deixa o ator irritado em si mesmo e ele admite que não gosta da própria timidez. A respeito do que o irrita nas mulheres, brinca: “Se for pontual já está bom. O resto a gente administra”. Ele encara ainda os quadros Xingamento Universal, Hipoteticamente Falando e Paca, Pouco, Picas, além de assistir ao show da banda cover do Pink Floyd ao final do programa.

Irritando Fernanda Young no ar todos os domingos, à meia-noite no GNT.



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