Assim que conta as maravilhas do cruzeiro de ontem, Marcelo quer encontrar a amiga Gyselle para contar com detalhes o passeio.

“Esse beijo que eu estou te dando agora foi mandado por um dos capitões do navio que eu fui”, começa Marcelo com seu jeito peculiar de conversar com a sister. “Ele falou no palco o meu nome! Ele disse que assiste ao programa pelo menos umas três vezes por semana. Disse que somos heróis e me deu uma caixa enorme com todos os cds”, conta o psiquiatra, todo feliz com a coleção e avisando ter vários álbuns em vinil de Roberto Carlos. “Imagina! Você que gosta tanto… “, ressalta Gyselle.

É então que Marcelo avisa para a sister que pretende ter uma conversa extensa sobre o presente que recebeu de Rafinha . “Ele é um meninão e não é porque ele te deu esse presentão. Ele é assim. É triste que vocês se limitem e que não se falem. Acho que ele te vê diferente…”, ressalta a piauiense.

Eu tenho um pouco de medo dele. Quando a gente entra na casa… Qual é o maior medo quando a gente entra? O meu era de sair no primeiro Paredão. E logo na primeira semana me vi envolvido em uma situação que não precisava ter acontecido. Qual é a minha intenção? Ficar com pessoas que eu conheço. E eu não conhecia melhor o Rafinha. Eu não o indiquei ao Paredão… A gente precisa de um tempo aqui. Tem pessoas que precisam ir ao Paredão porque fizeram alguma coisa e ele não fez nada aqui dentro que eu ache. Foi um ciúme mas não é uma coisa ruim”, explica Marcelo.

Gyselle faz as vezes de apaziguadora, e defende uma aproximação entre os dois: “Foi um ciúme de amizade. Para ele também foi novo, e ele achou que uma pessoa não podia ter ciúme em três dias por estarmos em um jogo”, diz a estudante de Teresina. “Nada acontece por acaso”, ressalta o líder. “É o momento certo, na hora certa. Estou muito feliz por você. Realize o presente que todos nós gostaríamos de ter ganhado”, finaliza a sister.



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